Senacsa ativa alerta máxima pela detecção de influenza aviar no Uruguai
Alerta na região por influenza aviar
O Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal (Senacsa) ativou o alerta máximo para produtores, pontos de entrada, funcionários das coordenações de região sanitária, chefes de unidades zonais e a cidadania em geral ante a detecção de um caso de influenza aviar no departamento de Colonia, Uruguai.
A instituição veterinária solicitou a notificação do avistamento de aves enfermas ou mortas, enfatizando a importância de não manipular aves com sinais de doença para evitar risco de contágio. Segundo indicaram, a rápida notificação permitirá tomar ações sanitárias adequadas para evitar a propagação da doença no país.
Confirmação do caso no Uruguai
A detecção no Uruguai se produziu a partir da atenção de uma suspeita sanitária ante a presença de mortalidade em aves de diferentes espécies. Embora um teste rápido realizado inicialmente tivesse resultado negativo, foram remetidas amostras ao laboratório oficial para completar o diagnóstico, cujas análises confirmaram a presença do vírus, segundo explicou o governo uruguaio.
Os serviços pecuários encontram-se trabalhando na propriedade e na zona, aplicando as medidas sanitárias correspondentes e realizando a investigação epidemiológica para determinar a origem do evento e a existência de possíveis vínculos com outros estabelecimentos.
Situação no Paraguai
Em fevereiro passado o Senacsa emitiu um alerta sanitário por casos detectados na Argentina e outros países da região. A última detecção no Paraguai foi em maio de 2023, quando se confirmou a presença de influenza aviar altamente patogênica (IAAP) em aves de quintal em Mariscal Estigarribia e na colônia Neuland, departamento de Boquerón, no Chaco. Desde então, o Paraguai não voltou a registrar casos confirmados, segundo a informação oficial do Senacsa.
Medidas de prevenção recomendadas
Entre as ações de prevenção encontram-se o reforço das medidas de biossegurança (manejo sanitário e higiene) nos estabelecimentos avícolas. Recomenda-se evitar o contato das aves domésticas com as silvestres, controlar as fontes de água de bebida, impedir a entrada de pessoas estranhas à granja, não visitar estabelecimentos ou locais com mortalidade de aves, além de não ingressar aves vivas e produtos avícolas no país sem as documentações sanitárias correspondentes.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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