Mesma quadrilha teria cometido os roubos
O roubo aos bancos Familiar, GNB e Ueno Bank teria sido cometido pela mesma quadrilha que no início deste ano assaltou a sucursal do Banco Sudameris, além de ter efetuado outros assaltos em departamentos limítrofes, conforme indicado pelas autoridades policiais ontem de manhã.
Recordemos que a quadrilha possui um arsenal utilizado em pelo menos 10 assaltos a bancos e roubos de valores registrados em Caaguazú, San Pedro, Canindeyú, Itapúa e Alto Paraná, de acordo com o mapeamento realizado pela Polícia Nacional, com base nos elementos coletados das cenas dos crimes.
O roubo de ontem tem como antecedente uma série de assaltos cometida em San Cristóbal, a cerca de 70 quilômetros de Santa Rita, no ano de 2014, quando uma quadrilha assaltou primeiramente a subcomissaria do lugar, para depois atacar com explosivos os locais do Banco Itaú, Regional e Câmbios Santa Rita.
Não obstante, o golpe mais recente foi à sede de Sudameris, localizada em Naranjal.
Dois anos antes, em novembro do ano de 2024, também haviam assaltado a sucursal de Bancoop, com explosivos, quando levaram G. 2.800 milhões.
Sobre o caso de Bancoop foram processados Jorge Ariel Fernández Ferreira (29), Diosnel Benítez Centurión (36) e Ángel Rivas (39), por roubo agravado em associação criminosa, enquanto que um ex-policial identificado como Homero José Civils Ramírez continua foragido.
Pelo caso do Banco Sudameris estão processados por furto agravado em banda Diosnel Benítez Centurión, alias Lunar; César Antonio Ramírez Roa, alias Lagarto; Aldo Ramón Martínez Pintos, Wilson Osmar Garcete Ávalos e Carlos César Vigo.
A causa está registrada como Hugo Ricardo Quiñónez Vera, Kaio César Bonitto Cavalcante, César Antonio Ramírez Roa e outros. Vários permanecem foragidos.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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