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Saúde

Hospital Acosta Ñu mantém serviços críticos durante medida de força de médicos

24/08/2026 17:45 2 min lectura 17 visualizações

Serviços garantidos em áreas críticas

O Hospital Pediátrico Acosta Ñu continuará prestando atendimento em suas áreas mais críticas durante a medida de força que afeta o setor médico nacional. Segundo confirmou o doutor Héctor Castro, diretor do centro assistencial, os serviços de urgências pediátricas, terapia intensiva, cirurgias de emergência e a aplicação de quimioterapias e outros tratamentos oncológicos funcionarão sem interrupções.

Consultas reprogramadas

As consultas ambulatoriais não urgentes de especialidades como neurologia, saúde mental e otorrinolaringologia, assim como as cirurgias programadas, foram suspensas e reprogramadas durante este período. O diretor do hospital assegurou que as consultas que não são consideradas de urgência foram reprogramadas e está garantido o seu atendimento posterior.

Informações sobre a medida de força

A mobilização nacional de médicos começou neste período e se estenderá até o próximo sexta-feira. Segundo as declarações do doutor Castro, o Hospital Acosta Ñu conta com 1.600 funcionários sindicalizados, entre os quais se encontram 600 médicos, dos quais aproximadamente 100 participam da greve.

Esta medida de força ocorre após quatro reuniões tripartites não lograrem prosperar. Entre os principais reclamos dos profissionais médicos encontram-se a desprecarização laboral, o reajuste salarial que não é percebido há 14 anos, e a garantia de insumos básicos em áreas de urgências e emergências.

De acordo com as informações disponíveis, do total de aproximadamente 11.000 médicos do sistema de saúde pública, cerca de 9.000 trabalham sob regime de contratação, o que reflete a situação de precariedade que motiva os reclamos do setor.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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