Hospital Acosta Ñú garante atendimento em áreas críticas durante greve de médicos
Em decorrência da greve de médicos, as consultas ambulatoriais não urgentes de especialidades, como neurologia, saúde mental e otorrinolaringologia, e as cirurgias programadas tiveram que ser suspensas e reprogramadas no Hospital Pediátrico Acosta Ñú, conforme confirmou o doutor Héctor Castro, diretor do centro assistencial.
Contudo, esta situação não afetará os serviços mais críticos, como urgências pediátricas, terapia intensiva, cirurgias de emergência e a aplicação de quimioterapias ou outros tratamentos oncológicos sensíveis que não podem ser adiados.
"Temos sindicalizados 1.600 funcionários, 600 médicos e cerca de 100 são os que fazem parte da greve", explicou o médico em comunicação com rádio Monumental 1080 AM.
Castro reforçou que as consultas que não são consideradas urgentes foram reprogramadas e que está garantido o atendimento.
Nesta segunda-feira, nas primeiras horas, começou a mobilização que envolve milhares de médicos que se concentram em Assunção para realizar uma série de reivindicações. A medida de força durará até o próximo sexta-feira.
Uma das reivindicações tem a ver com a desprecarização. Dos 11.000 médicos do sistema de saúde pública, 9.000 são contratados. Além de garantir insumos básicos em urgências e emergências, entre outras reinvindicações.
A medida de força iniciou-se nesta jornada e durará até sexta-feira após não prosperarem quatro reuniões tripartites. Os médicos vêm reclamando o reajuste salarial que não recebem há 14 anos.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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