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Sociedade

Em casamento comunitário, celebram um "passo gigantesco" em suas vidas

05/06/2026 08:01 3 min lectura 9 visualizações
En boda comunitaria, celebran un “paso gigantesco” en sus vidas

Em tempos em que "quase ninguém quer se casar", 41 casais decidiram dar um passo transcendental em seus vínculos conjugais: receber o Santo Sacramento do Matrimônio. E o fizeram no marco de um casamento comunitário, organizado pela fundação Santa Librada. A celebração teve lugar ontem na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, de Arroyo Porã, distrito de Cambyretá, Departamento de Itapúa.

"Para nós é um passo gigantesco", compartilhou Silvio Isasa da mão de sua parceira, Andrea Susana Cheverak Schmidke, ambos originários de Encarnación. Em 11 anos de convivência – disse – conseguiram ter dois filhos homens, um de sete anos e outro de três.

A particularidade deste casamento coletivo foi que do total de casais, ao menos 14 fazem parte do quadro de funcionários da empresa Retail SA, com sede em Encarnación. O resto são membros de Arroyo Porã.

Para Silvio, que se desempenha como chefe de Sala no Superseis Costanera, a experiência de casamento comunitário transcende em si mesma a própria celebração. "É outro nível, outra experiência porque ao longo destes três meses e meio conhecemos pessoas espetaculares. Porque compartilham nossas ilusões e nossas mesmas vontades de fazer as coisas como corresponde: priorizar o que é a família, dar mais valor à família e ao casamento neste tempo em que quase ninguém quer se casar", sustentou.

Junto a sua esposa coincidiu em que "foi mais que emocionante ao ser comunitário" por tudo o que puderam viver durante o cursillo de preparação. "Conhecer gente que se engenharia todos os dias no aspecto econômico e espiritual. Em como valorar os filhos, em como tratar a parceira. Acho que vai além o que é o casamento comunitário", indicou Silvio ao acrescentar que em agosto completará 24 anos como funcionário de Superseis Costanera.

Aldo Rodríguez, de 37 anos, subscreveu o emocionante da celebração comunitária. "A igreja estava com uma vibra positiva, se sentia muito abençoado o lugar; o dia foi perfeito, nos acompanhou o clima. A gente da igreja também nos guiaram e apoiaram durante todo o casamento", apontou Aldo, que disse o Sim, quero junto a Rocío Dos Santos.

Compartilhou que, como todos – ou quase todos –, esperavam em princípio celebrar o casamento de forma individual. "A verdade é que faz muito tempo que nos queríamos casar, não tínhamos esse empurrãozinho. Imaginávamos sempre nosso casamento de forma individual, como é costume", revelou.

A instâncias dos promotores da fundação, foram tomando nota que neste tipo de celebração coletiva é tão importante quanto os casamentos individuais. "Cada casal tem seu momento especial, embora seja comunitário", referiu.

"A festa foi inesquecível, uma celebração única e de muitas bênçãos. Muitos casais compartilhando suas histórias, podendo colocar este selo tão importante, este broche de ouro, de apresentar nosso amor diante de Deus e poder dar mais força a nossas famílias, poder nos fortalecer como cristãos. E é uma oportunidade única, por isso estamos muito agradecidos à fundação por nos dar esta oportunidade", expressou Aldo, que se desempenha atualmente como chefe administrativo interino no Superseis Costanera da capital itapuense.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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