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Polícia

Duas meninas foram assaltadas por um delinquente

05/06/2026 08:00 2 min lectura 3 visualizações
Dos niñas fueron asaltadas por un chespi

Duas alunas de 7 e 14 anos foram interceptadas por um delinquente, que despojou a adolescente de um telefone celular e fugiu em seguida. Os vizinhos exigem maior patrulhamento nos horários de entrada e saída escolar.

O sucesso foi registrado na via pública da zona conhecida como 3 de Maio, nas imediações da Escola Padres Unidos e do Colégio Isidoro Zaracho, na cidade de Luque, no Departamento Central.

Era cerca de 07:00 da manhã de quarta-feira, dia 3, quando ambas as menores de idade se dirigiam caminhando para sua instituição de ensino.

A adolescente e a menina transitavam pela rua quando começaram a ser seguidas de perto por um jovem da zona, quem, segundo os primeiros dados colhidos pelos moradores, seria um dependente de drogas em situação de rua.

Após as acuar em um trecho do trajeto, o delinquente intimidou as alunas e despojou a adolescente de 14 anos de seu telefone celular.

Ambas as menores de idade resultaram ilesas no aspecto físico, mas sofreram um enorme susto ante a vulnerabilidade da situação.

CÂMERAS. Imagens de uma câmera de segurança da zona (CCTV) captaram os instantes anteriores ao fato.

No registro se observa a precariedade da infraestrutura urbana do setor, que mostra uma rua com iluminação pública deficiente e trechos na penumbra que facilitam o ocultamento dos malfeitores, além do escasso movimento de pessoas no horário mencionado.

No circuito fechado se distinguem nitidamente as duas vítimas; ambas levando sua mochila escolar nas costas, caminhando apressadamente sem estar conscientes do perigo iminente antes de serem interceptadas.

Após o amargo episódio, os familiares das alunas recorreram às autoridades para deixar registro do ocorrido.

A denúncia formal foi apresentada à Comissaria 3ª de Luque, cujos agentes ficaram encarregados da investigação para tentar identificar e localizar o suspeito com ajuda do suporte técnico das câmeras dos vizinhos.

O fato reaviou a constante reclamação dos pais e diretores da zona de 3 de Maio, que exigem a presença permanente de viaturas ou agentes do Grupo Lince nos horários críticos de entrada e saída dos alunos, para evitar que o trajeto até as aulas se converta em uma zona liberada para os delinquentes.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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