Uma equipe fiscal é conformada para investigar o caso "campanha suja"
A Fiscalía General del Estado (FGE) conformou, durante a manhã desta quarta-feira, designou aos fiscais Marlene González, Laura Giacomo e Ruth Benítez para investigar as denúncias de uma presumida estrutura de desinformação digital ou campanha suja atribuída ao governo de Santiago Peña, que teria operado através de plataformas digitais e que, segundo as revelações conhecidas nas últimas semanas, teria mobilizado importantes recursos econômicos.
A designação ocorreu pouco tempo depois da entrevista que o fiscal General del Estado, Emiliano Rolón, realizou à rádio Monumental 1080 AM, onde se comprometeu a investigar a causa e justificou a remissão do caso à Contraloría General de la República (CGR).
"Naturalmente, nessa diversidade de funções, o Ministério Público às vezes carece de quantidade suficiente de pessoas que possam processar essa informação. De fato, o braço executor de uma investigação penal é a Polícia Nacional. Em muitas ocasiões esclarecemos que a carência de base é de pessoal operativo, em diversas ocasiões, nos obriga a solicitar cooperação dessas entidades", explicou.
Designam fiscais para investigar causa "Campanha Suja"
Trata-se das agentes Marlene González, Laura Giacomo e Ruth Benítez.
Seguidamente, afirmou que vão fazer o que corresponde com toda a gestão necessária.
"Mencionam-se fatos e esses fatos devem ser corroborados com evidências reais, afirmações, documentos, fotografias, relatórios. Estamos articulando a gestão que acreditamos corresponder a esse efeito", enfatizou.
Quanto ao cuidado das evidências do caso, afirmou que "vão efetuar todas as vias que acreditarem oportunas".
"Não lhe estou assegurando que está sendo precautelado. O que estou dizendo é que vamos efetuar as vias que acreditemos que sejam oportunas e corretas", acrescentou.
Em outro momento, consultaram-no se essas campanhas estivessem promovidas, financiadas ou apoiadas por órgãos do Estado contra meios de comunicação, contra jornalistas.
"Os fatos puníveis que são do século XXI, os delitos econômicos, os delitos informáticos, os delitos de vazamento de informação, etcétera. São aspectos muito sensíveis ao regime democrático, o Estado social de direito, o princípio republicano e designado pela Constituição Nacional", respondeu.
Têm o mesmo nível de persecução penal ou merecem o mesmo nível de persecução penal e objetivação de um caso, com os fins de identificar plenamente os participantes criminais e a justificativa do fato.
Rolón continuou expressando que "o compromisso continua latente" e pediu que "não duvidem que não pretende dilatar nem engavetar" o caso. "De fato, uma das diretivas primordiais que instalamos, desde a entrada aqui, é que todos os casos sejam ativados", assegurou e sustentou...
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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