Saúde conforma equipe de auditoria médica para investigar atendimento ao paciente suturado com abraçadeira
O Ministério da Saúde informa à cidadania que diante do fato registrado no Hospital San Estanislao, referente ao atendimento prestado a uma pessoa idosa de 87 anos, que após sofrer um acidente de trânsito foi suturada com abraçadeiras de plástico, determinou nesta segunda-feira conformar um equipe multidisciplinária de auditoria médica.
Referida comitiva se deslocará desde a capital em direção ao mencionado centro assistencial com o objetivo de avaliar as atuações realizadas e a qualidade de atendimento oferecida ao paciente Ramón Galli Otazú, que se encontra internado e recebendo atendimento no Hospital Geral do Departamento de San Pedro Py-Co em Santa Rosa del Aguaray.
"De constatarem-se irregularidades ou inobservâncias na aplicação dos protocolos vigentes, esta pasta de Estado aplicará as sanções administrativas e legais correspondentes. Os resultados da auditoria serão informados com absoluta transparência", expressa parte do comunicado de Saúde.
Don Román Galli foi atropelado por uma motocicleta em San Estanislao enquanto tentava cruzar uma avenida para receber sua pensão. Após o acidente, foi deslocado ao Hospital San Estanislao com um corte profundo na perna.
Seus familiares denunciaram que, em lugar de uma sutura convencional, os médicos teriam utilizado abraçadeiras de plástico para fechar a ferida. Diante do que consideram um procedimento irregular e um caso de negligência médica, a família tornou pública sua denúncia.
Como resposta, a diretora do Hospital Distrital de San Estanislao, Zulma Cabrera, sustentou que o uso de abraçadeiras no tratamento do paciente foi uma decisão técnica do traumatologista e não uma medida por falta de insumos médicos.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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