Príncipe Henrique e Meghan trocam filhos de escola por motivos de segurança
A BBC aponta que, após o retorno da família ao Reino Unido em agosto, o Comitê Executivo para a Proteção da Realeza e Figuras Públicas (Ravec), formado por representantes da monarquia, do ministério do Interior e da Polícia, avalia atualmente se a família merecia uma proteção mais ampla avalada pelo Estado.
A revista 'Hello!' publicou inicialmente que os duques haviam trocado de escola Archie, de 7 anos, e Lilibet, de 5, dois dias após o início das aulas na semana passada, apesar de terem gostado muito da escola que haviam escolhido.
De acordo com a publicação, as dúvidas expressadas pelos guardaespaldas sobre o trajeto os levaram a matricular as crianças em outro centro educativo, onde nesta segunda-feira já fizeram um dia de avaliação.
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Fontes próximas ao casal disseram à 'Hello!' que não havia qualquer problema com a escola em si, mas com as dificuldades práticas para levar e buscar as crianças, em parte pelo intenso trânsito na região e pela distância de sua residência.
Os pais continuam enormemente gratos a todos os professores e membros da equipe pelo carinho, cuidados e dedicação que demonstraram para com sua família, afirmou um porta-voz.
Na segunda-feira passada, o rei Carlos III precisou em um comunicado que seu filho Henrique — que justamente hoje completa 42 anos — e Meghan, que em 2020 se distanciaram da Casa Real para se mudarem para os Estados Unidos, mantêm seu status de 'membros não ativos da monarquia', portanto não terão direito ao uso de títulos como Sua Alteza Real nem assumirão compromissos oficiais.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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