Penal Minga Guazú: com balines de borracha e gás lacrimogêneo controlou-se revolta
- Ciudad del Este. Agência regional
Um novo incidente violento foi registrado hoje no Centro Penitenciário de Minga Guazú sendo utilizados balines de borracha e gás lacrimogêneo para "restabelecer a ordem" em um dos módulos do recinto penal. Isso foi confirmado pelo diretor de Estabelecimentos Penitenciários do Ministério da Justiça, coronel (R) Rubén Peña.
A tentativa de motim ocorreu às 14h30 no módulo 3, plantas baixa e alta. Iniciou-se quando uma das pessoas privadas de liberdade (PPL) começou a ter uma "conduta desrespeitosa contra funcionários do MJ que se encontravam trabalhando no local", segundo explicou o coronel (R) Rubén Peña.
Os funcionários aos quais se referiu são cerca de 40 pessoas para um trabalho interdisciplinar na penitenciária, com tarefas de capacitação do pessoal penitenciário e de orientação às PPL. Questionado a que condutas desrespeitosas se referia, explicou que surgiram gritos e exclamações agressivas contra os funcionários que foram repelidas por outras PPL.
O diretor Peña continuou relatando que decidiram apartar quem iniciou as agressões verbais e isso fez com que as demais PPL assumissem uma espécie de solidariedade e se manifestassem golpeando as portas e outros atos violentos. Questionado sobre o número de pessoas que se somaram ao protesto, disse que cerca de 30 PPL.
Explicou que a situação os "obrigou ao uso das espingardas e dos balines de borracha, além do gás químico para dispersar e controlar o desorden" que estava se gerando.
"Foi um incidente rápido que obrigou a uma ação eficaz", ressaltou o coronel Peña. O resultado foram quatro PPL com ferimentos leves, dos quais, um permanecia na sanidade esta tarde.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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