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Internacional

Israel atacou mais de 70 objetivos do Hizbulá no Líbano no último dia

13/06/2026 14:00 3 min lectura 34 visualizações
Israel atacó más de 70 objetivos de Hizbulá en el Líbano en el último día

"Nas últimas 24 horas, foram atacadas mais de 70 infraestruturas terroristas do Hizbulá, incluindo lançadeiras e estruturas utilizadas pelo Hizbulá", conforme comunicado das Forças Armadas divulgado neste sábado.

O Exército informou ter matado também milicianos do grupo xiita nas posições onde operam as tropas no sul libanês.

O comunicado foi emitido horas após as forças armadas ordenarem a evacuação de cerca de vinte localidades na zona de Nabatieh, no sul do país levantino, em resposta a um lançamento de projéteis do Hizbulá que conseguiu cruzar para território israelense (e foi interceptado) no início deste sábado.

Segundo a emissora libanesa Al Mayadeen, Israel já estava bombardeando zonas do sul libanês, como bairros de Nabatieh, antes de emitir essas ordens de evacuação à população.

A Agência Nacional de Notícias libanesa (ANN) informou que o administrador da localidade de Al Rayan, Ali Badi, morreu em um dos bombardeios israelenses contra a zona de Jezzine, uma das regiões mais atingidas pela nova onda de bombardeios iniciada nesta manhã.

Segundo o Ministério da Saúde libanês, os ataques israelenses em todo o Líbano causaram a morte de mais de 3.700 pessoas e deixaram mais de 11.400 feridos desde que as hostilidades entre Israel e Hizbulá foram retomadas em 2 de março.

Além disso, outro cidadão libanês faleceu em um ataque aéreo contra a cidade de Kfar Remmam, de acordo com a ANN, que acrescentou que os caças israelenses também bombardearam a zona de Nabatieh al Fawqa.

Por sua vez, o Exército libanês, que não intervém na guerra, denunciou em comunicado que um drone israelense atacou um soldado enquanto se deslocava perto de um hospital em Nabatieh e, posteriormente, voltou a apontar contra o militar, "o que provocou que ficasse gravemente ferido".

O ministro das Relações Exteriores israelense, Israel Katz, garantiu na sexta-feira que o Exército não abandonará o sul libanês invadido.

No entanto, o memorando de entendimento que está sendo elaborado entre EUA e Irã, com mediação do Paquistão, implica o fim das hostilidades em todos os fronts, incluindo o libanês.

A violência, iniciada em 2 de março no marco da guerra de Irã, provocou desde então a morte de mais de 3.700 pessoas apenas no Líbano, segundo as autoridades do país mediterrâneo.

Fonte: EFE.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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