Inauguram mausoléu em homenagem a Pastora Céspedes e seu filho durante a Guerra do Chaco
Legado de uma mãe exemplar
Pastora Céspedes trabalhou como enfermeira durante a Guerra do Chaco (1932-1935) para acompanhar seu filho soldado Francisco Arsenio Céspedes, que era menor de idade naquela época. Francisco Arsenio perdeu a vida em combate em 1933 em Campos Jordán.
Ao saber da morte de seu filho, Pastora Céspedes se deslocou até Campos Jordán, recuperou o corpo e o levou até o Fortín Muñoz, onde ela mesma o enterrou.
Devoção maternal no Chaco
Após o fim do conflito armado contra a Bolívia, Pastora Céspedes construiu uma choupana junto ao túmulo de seu filho e viveu naquele lugar durante 24 anos. Foi encontrada morta abraçada à cruz que marcava o sepulcro de Francisco Arsenio.
Traslado de restos e construção do mausoléu
Os responsáveis do coletivo cultural de Misiones coordenaram esforços para gerenciar o traslado dos restos de mãe e filho do Chaco até Yabebyry, localidade natal de Pastora Céspedes. Com o apoio do Exército Paraguaio, foi construído o mausoléu que hoje honra sua memória.
Cerimônia de inauguração
Durante o ato de inauguração, realizou-se o juramento e fidelidade à pátria dos novos recrutas do Segundo Corpo de Exército e Divisão de Cavalaria, com sede em San Juan Bautista.
O ministro da Defesa, Óscar González, expressou palavras de felicitação aos novos soldados juramentados, destacando a importância de honrar o juramento diante de uma mãe exemplar e frente a um soldado que deu sua vida na Guerra do Chaco.
Para a comunidade de Yabebyry, este reconhecimento representa a oportunidade de manter viva a memória dos caídos no conflito e valorizar o sacrifício de quem participou na defesa da nação.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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