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Política

Filizzola avalia acordo salarial com médicos e aponta necessidade de política integral

Senador do Partido Democrático Progresista reconhece reajuste após 14 anos, mas questiona gestão governamental na saúde

15/09/2026 17:45 2 min lectura 315 visualizações

Reconhecimento do acordo salarial

Rafael Filizzola, do Partido Democrático Progresista, expressou sua satisfação com o acordo alcançado entre o Executivo e os profissionais médicos. "Muito contente com o reajuste salarial para os médicos. Faz 14 anos que não se reconhece o mérito de trabalhar pela nossa saúde", comunicou o legislador por meio de suas redes sociais.

Filizzola atribuiu o resultado à mobilização das organizações sindicais, destacando que a pressão exercida permitiu avançar na resolução da controvérsia.

Críticas à gestão governamental

O senador questionou a forma como o Governo abordou a crise sanitária, apontando que a demora em encontrar soluções e a estratégia comunicacional utilizada durante a greve médica não foram apropriadas. Filizzola considerou que o reajuste salarial representa um primeiro passo, embora tenha alertado que ainda existem desafios pendentes para o setor.

"Não se pode continuar precarizando o pessoal de branco se o objetivo é alcançar uma saúde de qualidade", colocou o legislador, enfatizando a necessidade de uma política mais ampla e estruturada.

Análise sobre mudanças em ministérios

Filizzola questionou a transferência de Isaías Fretes para o Ministério da Saúde, considerando que sua gestão anterior no Instituto de Previsão Social (IPS) não conseguiu concretizar transformações significativas. "A mudança no Ministério da Saúde parece mais improvisação do que um plano", expressou o senador.

Apesar disso, reconheceu qualidades do funcionário: "Eu acredito que o doutor Fretes é um homem íntegro, um homem capaz e todos nos deu tranquilidade que o colocassem no IPS". Contudo, enfatizou que depois de quatro meses de gestão naquela instituição, os avanços foram limitados.

Situação do Instituto de Previsão Social

O legislador colocou que o IPS necessita de uma intervenção mais profunda para resolver sua crise financeira. Apontou que os processos contra ex-presidentes da instituição correspondem a denúncias apresentadas há aproximadamente dois anos, sugerindo que se necessitam ações mais drásticas.

Filizzola alertou sobre o risco que enfrenta o sistema previdenciário se não se corrigir a situação financeira do IPS, expressando preocupação sobre a capacidade futura da instituição para cumprir com o pagamento de aposentadorias.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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