Compatriotas buscam vender suas entradas da Copa do Mundo após rejeição dos EUA para visto
Um dos afetados, de nome Marco Ortiz, informou que as entradas são digitais, não são nominais, e somente quando as registram é que se tornam nominais.
"Temos um grupo de WhatsApp e estamos em cerca de 20 pessoas e dissemos que vamos vender não mais as entradas, vendemos a um preço inferior ao que estava estipulado pela FIFA, há gente que comprou por USD 2.000, inclusive 5.000. No meu caso, eu comprei por USD 1.300 não mais e estou vendendo praticamente pela metade do preço, USD 750", expressou.
Um grupo de pessoas que não conseguiu obter o visto necessário para viajar se viu obrigado a oferecer seus ingressos a fim de recuperar parte do investimento realizado.
Nesse sentido, indicou que há muitos interessados e o inscreveram mais para a partida inaugural, mas que ele tinha apenas duas entradas a seu cargo que já vendeu. Não obstante, se a gente está interessada, ele encaminha para mais donos das outras entradas.
Sobre sua experiência na Embaixada, mencionou que apenas lhe informaram sobre a rejeição em um correio eletrônico. "Cada um seguramente sabemos por quê, cada um tem sua razão pessoal, há de haver mais de 100 eu creio. No grupo estamos 25 não mais, mas se têm o caso da cantora Marilina e também alguns que tinham Informconf, problemas judiciais", assinalou.
Enquanto isso, disse que eles fazem as transferências sem problemas ao novo dono da entrada e que o QR se gera no dia da partida.
Sobre como recebeu a notícia, disse que pelo menos ia recuperar algo do dinheiro e fazer um churrasco com a venda da entrada. "Vamos economizar para as próximas eliminatórias", adiantou.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
Nossa equipe editorial trabalha para oferecer informação clara, completa e atualizada para o leitor brasileiro.