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Economia

Brasil aponta para produtos biológicos para substituir a monensina

24/06/2026 11:30 2 min lectura 19 visualizações
Brasil apunta a productos biológicos para sustituir a la monensina

O diretor da Vetos Europe, Luciano Sá, referiu-se à proibição que o Brasil terá a partir de setembro para exportar carne para a Europa, indicando que é uma medida que abrange a proteína bovina, aviar e de pescado, "isso ocorre porque Brasil não demonstrou de forma clara as regras para o não consumo de antibióticos promotores de crescimento".

Em diálogo com Valor Agregado da rádio Carve no Uruguai, Sá sustentou que "há um tempo atrás foram proibidos todos os promotores, exceto a monensina. Outro ponto é que não temos uma rastreabilidade tão segura para saber quais animais não consumiram o promotor".

Diante disso, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) do Brasil realizou um pedido à União Europeia de seis meses para adaptação, mas o mesmo foi negado. Nessa linha, os principais atores da cadeia e o MAPA estão buscando a proibição total dos promotores de crescimento, inclusive a monensina.

O referido produto poderia ser utilizado para o tratamento de animais doentes, mas não como promotor de crescimento.

Como substituto da monensina, Sá apontou que "existem alguns produtos que podem substituí-la, basicamente trata-se de produtos naturais, que podem ser uma mistura de óleos essenciais, taninos, que podem trazer benefícios em saúde e bem-estar animal".

O mercado europeu representa para o Brasil 4% das exportações de proteína bovina, "mas em rentabilidade é quase 11%, porque são cortes que têm alto valor agregado. A primeira expectativa é que caia o preço da carne no Brasil, então é algo que não é nada positivo".

"Pretendemos ter alguma solução eficaz por parte do governo federal", afirmou.

Com esse contexto apresentado, de cara ao segundo semestre no Brasil há "uma grande dúvida" com o que possa acontecer com o negócio pecuário.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do AgroRural Paraguay.

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