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Política

ANR e dissidência colorada debatem sobre auditoria de máquinas de votação

18/05/2026 16:45 2 min lectura 3 visualizações
ANR y disidencia colorada debaten sobre auditoría de máquinas de votación

Posições em torno do processo eleitoral interno

Eduardo González, diretor de gabinete da Associação Nacional Republicana (ANR) Partido Colorado, respondeu a questionamentos da senadora Lilian Samaniego a respeito da auditoria das máquinas de votação para os processos internos partidários.

González recordou que a dissidência colorada propôs representantes dentro do Tribunal Electoral Partidário (TEP), incluindo Mónica Seifart, Wilson Rojas e Blanca Caballero. Apontou que estes representantes tinham a responsabilidade de acompanhar o cronograma eleitoral desde o registro de candidaturas entre janeiro e fevereiro.

Responsabilidades e participação em auditorias

O dirigente colorado afirmou que os movimentos internos deveriam designar e manter ativos seus agentes eleitorais e técnicos durante todo o processo. Destacou que técnicos da ANR participaram das auditorias realizadas no Tribunal Superior de Justiça Eleitoral (TSJE), dentro do cronograma estabelecido para todos os partidos e movimentos políticos.

González também indicou que nenhuma das partes realizou pedidos formais de informes sobre o processo e que Lilian Samaniego foi convidada em várias ocasiões a reuniões partidárias para abordar temas eleitorais sem comparecer.

Perspectiva da dissidência colorada

Por sua vez, a senadora Lilian Samaniego esclareceu que a dissidência não solicitou adiamento das eleições. Afirmou que sua solicitação se centra no cumprimento do cronograma eleitoral que inclui a auditoria das máquinas de votação, que deveria ter sido realizada em fevereiro.

Atualização do processo

Desde o TEP, o presidente Santiago Brizuela precisou que será solicitada a realização da auditoria sem afetar a data das eleições municipais. Explicou que a auditoria não foi realizada previamente porque o Tribunal Superior de Justiça Eleitoral suspendeu o processo por inconvenientes relacionados à licitação para a aquisição ou aluguel das máquinas de votação.

O debate reflete diferentes interpretações sobre os passos seguidos no cronograma eleitoral interno e as responsabilidades de cada parte no processo de auditoria dos equipos de votação.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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