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Internacional

A preocupação dos Estados Unidos em que o Irã não elabore armas nucleares

28/06/2026 16:45 2 min lectura 16 visualizações
La preocupación de Estados Unidos en que Irán no elabore armas nucleares

O analista político Esteban Caballero, no episódio de Timore, conversou sobre o panorama no Oriente Médio e a situação entre Estados Unidos e Irã, que firmaram um memorando de entendimento.

Dito documento contém vários pontos, entre eles, o cessar de hostilidades, a abertura do Estreito de Ormuz, a liberação de certos ativos que os EUA têm do Irã em seu sistema financeiro.

Assim como a possibilidade de criar um fundo de reconstrução para o Irã após a guerra.

Também, o Irã reafirma sua intenção de não desenvolver ou ter armas nucleares e oferece a oportunidade ao referido país de cobrar uma taxa após 60 dias, pelo passage pelo Estreito de Ormuz.

Caballero prosseguiu explicando que o objetivo principal dos Estados Unidos é que o Irã não desenvolva armas nucleares.

Leia mais: Pódcast ÚH: A relação dos EUA e Irã nem sempre foi conflitiva, o que aconteceu?

"O Irã reafirma sua intenção de não produzir armas nucleares. De fato, o Irã é o que se chama signatário do Tratado de Não Proliferação Nuclear", acrescentou, e indicou que eles sempre argumentaram que não têm a intenção de desenvolver armas nucleares, mas sim energia nuclear para usos pacíficos.

"Ali está todo o dilema. Não se acreditou que apenas vão desenvolver energia nuclear, mas que vão usar isso para poder fazer bombas nucleares. Então, essa desconfiança é um dos temas que tem prevalecido nas relações", explicou.

A respeito, manifestou que já existia um acordo entre Estados Unidos, Europa e também Rússia, China e Irã, sobre esse tema e tinha-se chegado a um acordo de não desenvolver armas nucleares e a discussão girava em torno do enriquecimento de urânio, que é uma etapa prévia ao uso do urânio para energia nuclear e para bombas nucleares.

Porém, nas discussões foi-se dando que na realidade há certos graus de enriquecimento além dos quais serviria para uma bomba atômica, mas há graus de enriquecimento do urânio que estão dentro de uma margem de um intervalo aceitável, que não serve para bombas nucleares", prosseguiu Caballero.

Todos esses detalhes e muitos outros pontos mais são abordados pelo analista político neste pódcast de Timore.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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