Superintendência de Saúde clausura estabelecimento que operava sem registro profissional
A Superintendência de Saúde, órgão regulador que depende do Ministério de Saúde Pública (MSP), interveio e clausurou um estabelecimento localizado em um condomínio privado do bairro Santa Ana de Ciudad del Este, após receber denúncias através de seus canais de transparência.
Durante o procedimento, os funcionários constataram que a pessoa responsável pelos atendimentos não contava com registro profissional junto ao MSP.
Motivo da intervenção
Julio Riveros, funcionário da Superintendência de Saúde, explicou que a intervenção foi realizada após as denúncias recebidas. Uma vez no local, os funcionários verificaram que o responsável não contava com registro profissional junto ao Ministério de Saúde. Com base nisso, procederam à clausura do estabelecimento.
O funcionário identificou o responsável como José Barrientos, que, de acordo com as denúncias e verificações realizadas, oferecia serviços relacionados a tratamentos e diagnósticos médicos. Riveros foi categórico ao explicar a principal irregularidade detectada: a realização de atos médicos e diagnósticos sem habilitação profissional.
Segundo o funcionário, as atividades desenvolvidas no local excediam aquelas que uma pessoa sem habilitação profissional pode realizar, portanto se continuará com os procedimentos correspondentes.
Serviços oferecidos
No estabelecimento eram realizados diagnósticos e oferecidos tratamentos de caráter medicamentoso. A realização de diagnósticos médicos foi um dos aspectos que gerou maior preocupação durante a intervenção.
A pessoa apontada como responsável não se encontrava no local quando chegaram os funcionários. No entanto, os funcionários conseguiram ter acesso ao estabelecimento e documentar a situação.
Medicamentos sob revisão técnica
Durante o procedimento também foram encontrados medicamentos cuja procedência e situação sanitária deverão ser determinadas pela autoridade competente. Os produtos foram documentados e os antecedentes serão encaminhados à Direção Nacional de Vigilância Sanitária (Dinavisa).
Julio Riveros esclareceu que ainda não se pode afirmar que os medicamentos sejam falsificados ou irregulares. Proceder-se-á à revisão técnica dos produtos para verificar sua situação.
A Direção Nacional de Vigilância Sanitária, como ente reitor na matéria, será a encarregada de realizar os procedimentos correspondentes para verificar, controlar e supervisionar se estes medicamentos contam com a devida regência no país.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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