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Economia

Paraguai lidera o top 3 regional com menor risco país

06/05/2026 01:45 3 min lectura 0 visualizações
Paraguay lidera el top 3 regional con menor riesgo país

O prestigioso site de notícias sobre economia, negócios e finanças na América Latina, bloomberglinea.com, destacou em sua publicação desta terça-feira, 5 de maio, o Paraguai dentro do top de países com menor risco país na América Latina.

Segundo o meio, de 17 nações analisadas quanto ao risco país, colocam Uruguai na liderança com 62 pontos básicos, em segundo lugar está Chile com 83, e terceiro Paraguai, com 108 unidades.

O meio recorda que "risco país reflete o diferencial de taxa que devem pagar os títulos de um país frente aos do Tesouro dos Estados Unidos, considerados o ativo mais seguro a nível global", o qual se expressa em pontos básicos e sintetiza a percepção dos investidores sobre a capacidade de pagamento de cada economia e sua estabilidade macroeconômica.

Neste caso, indica que quanto mais alto é o indicador, maior é o risco percebido, e mais caro resulta o financiamento para este país.

Levando em conta essas considerações, o ranking publicado pela Bloomberg de risco país de cada lugar da América Latina ao fechamento em 30 de abril de 2026 é o seguinte:

  1. Venezuela: 5.557
  2. Argentina: 556
  3. Equador: 411
  4. Bolívia: 408
  5. El Salvador: 318
  6. Colômbia: 232
  7. Honduras: 204
  8. México: 190
  9. República Dominicana: 182
  10. Brasil: 174
  11. Costa Rica: 129
  12. Peru: 120
  13. Guatemala: 118
  14. Panamá: 113
  15. Paraguai: 108
  16. Chile: 83
  17. Uruguai: 62

Títulos resilientes

A publicação também comentou que em um marco de volatilidade para os mercados financeiros, os títulos latinoamericanos vêm se mostrando resilientes: o índice de títulos emergentes (EMBI), que elabora JPMorgan Chase & Co. (JPM) mais conhecido como risco país, caiu em toda a América Latina durante o mês de abril.

Levando em conta o extremo final, os títulos mais seguros da região continuam sendo os do Uruguai (62 pontos) e os do Chile (83 unidades) e Paraguai (108).

Segundo a análise, o primeiro quadrimestre do ano fechou com saldo positivo: todos os países mostraram um EMBI inferior ao que tinham ao iniciar o ano, com exceção de República Dominicana (passou de 169 a 182) e Paraguai (de 101 a 108).

"De fato, o EMBI latinoamericano médio (ponderado) havia iniciado o mês em 308 pontos e o fechou em 262 e está também abaixo do nível que mostrava ao início do ano (também 308 pontos)", anunciaram.

Entre as considerações particulares revelaram que:

  • Equador e Bolívia ficaram perto de perfurar, para baixo, os 400 pontos.
  • Argentina, que vem se movimentando em sintonia com eles, ficou mais relegada e fechou o mês em 556 unidades.
  • Venezuela, por sua vez, apesar de estar em default desde 2017 e ter os títulos mais perigosos do mundo, deixou fortes ganhos aos investidores em 2026. A explicação é que de um risco país de 12.741 em 31 de dezembro passado, passou a ter hoje 5.557 unidades, devido ao otimismo que gerou o encarceramento de Nicolás Maduro.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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