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Paraguai

Pai de Tobías, menino 'tragado' pelo raudal em San Lorenzo, se acorrenta pedindo justiça

Reinaldo Suárez protesta contra lentidão nas investigações três meses após a morte de seu filho

06/05/2026 02:00 2 min lectura 0 visualizações
Papá de Tobías, el niño “tragado” por el raudal en San Lorenzo, se encadenó pidiendo justicia

O pai de Tobías, o menino arrastrado pelo raudal em San Lorenzo, se acorrentou nesta terça-feira exigindo avanços na investigação da morte de seu filho. Pediu celeridade nas perícias pendentes três meses após a tragédia.

"O raudal tragou meu filho e ainda não temos respostas. Já não sei quem me mente", disse no programa Dois na Cidade do canal GEN e Rádio Universo 970AM. A família não está encontrando respostas na justiça, por isso Reinaldo Suárez chegou até a sede do Laboratório Forense do Ministério Público, onde se acorrentou.

"Isto é algo irregular, é criminoso, que nenhum cidadão paraguaio merece. Sigo esperando a perícia forense. Faz três meses que a água tragou meu filho e ainda não tenho nenhuma resposta das autoridades", manifestou.

Nesse sentido, lamentou a lentidão no processo judicial. "Pediram um mês de prazo e lhes foi concedido, mas se fosse filho de um deputado, de um senador, de alguém com dinheiro, isto logo seria encaminhado", questionou.

O homem foi recebido após sua medida de força, mas lhe disseram que precisavam de mais tempo. "Me recebeu a chefa do Laboratório e me disse que há pouco receberam os papéis para que eles possam analisar e remeter de volta à sede fiscal", referiu o denunciante.

Anunciou que permanecerá acorrentado de forma indefinida até obter respostas. "A partir de hoje começa minha vigília e vou continuar até que as autoridades façam seu trabalho", expressou.

Seu pedido especial é que se faça justiça e que os responsáveis paguem pelo ocorrido. "O que peço é justiça, nada mais, para que a alma de meu filho possa descansar, porque quero que os criminosos que deixaram uma 'garganta do diabo' enfrentem a justiça", indicou.

Mencionou, além disso, que ninguém do consórcio encarregado das obras se aproximou de sua família para se responsabilizar pelos fatos. "A partir de 13 de fevereiro minha vida mudou totalmente, e apenas peço justiça, justiça por Tobías", sublinhou. Por outro lado, pediu orações à cidadania, de forma a suportar o difícil momento que atravessam.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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