Paraguai e Estados Unidos, na arena de uma batalha sem trégua nem favoritos
A seleção estadunidense, aos comandos do argentino Mauricio Pochettino, enfrenta a Copa do Mundo com a pressão de ser anfitriã e a obrigação de demonstrar seu potencial no cenário internacional, chegando ao torneio com uma geração de jogadores consolidada na elite do futebol europeu.
Figuras como o atacante do Milan Christian Pulisic ou o meia da Juventus Weston McKennie lideram um projeto que não apenas se exporá à exigência de seu público, mas também terá que gerenciar a carga emocional de assumir o status de favorita do grupo.
O primeiro duelo dos Estados Unidos ocorre no estádio SoFi de Los Ángeles no dia 12 de junho contra o Paraguai, a sexta melhor seleção nas eliminatórias sul-americanas. Ambos se enfrentaram no dia 15 de novembro em um primeiro contato, no qual os estadunidenses terminaram se impondo por 2-1.
A Albirroja enfrenta o desafio com enorme sede de revanche após ter ficado de fora da Copa do Catar, uma dolorosa ausência que prolongou seu jejum internacional e que obrigou a federação a iniciar uma profunda reestruturação em seu elenco.
Sob comando do argentino Gustavo Alfaro, os paraguaios buscarão se impor com jogadores do calibre de Miguel Almirón, extremo direito do Atlanta United, cuja velocidade nas transições será o principal trunfo ofensivo junto à contundência defensiva do capitão nacional Gustavo Gómez, zagueiro de grande experiência no futebol do Brasil.
A seleção turca, liderada pelo italiano Vincenzo Montella, se apresenta como a principal ameaça que poderia truncar o sonho dos paraguaios em seu caminho para romper a má sequência dos últimos Mundiais.
Diferentemente da edição de 2022, para a qual não conseguiram se classificar após perderem na repescagem, o combinado otomano chega agora à competição com um bloco jovem que compete no mais alto nível da Europa.
Entre suas fileiras destaca-se uma proposta de jogo ofensivo, com o meia Hakan Calhanoglu, da Inter de Milão; ou o jogador do Real Madrid Arda Güler, peças-chave acostumadas aos cenários de máxima pressão.
A seleção australiana não desfrutou de uma odisseia fácil na classificação da Copa do Mundo após sofrer uma surpreendente derrota por 1-0 ante o Baréin e assinar um empate inesperado diante da Indonésia durante as eliminatórias asiáticas.
Ainda assim, desembarca na Copa do Mundo 2026 com a firme intenção de agora serem eles quem surpreendam o público, apesar de ter todas as apostas da imprensa esportiva contra si.
A versão do técnico Tony Popovic conta com um fator determinante, já que o combinado australiano compete nas eliminatórias da Ásia desde 2006, uma decisão histórica que transformou sua preparação internacional e que permite que o elenco esteja totalmente habituado a longas distâncias migratórias e a climas extremos antes de encarar este torneio.
Guiados pela experiência sob os postes de Mathew Ryan, goleiro do Levante, e pela solidez defensiva de Harry Souttar, centrocampista do Leicester City da Premier League, o conjunto da Oceania se prepara para arruinar os planos dos favoritos do grupo. EFE
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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