Paraguai avança em seu processo de incorporação à OCDE
Progresso na incorporação à OCDE
O diretor do Instituto Nacional de Estatísticas (INE), Iván Ojeda, destacou que o Paraguai avança positivamente nas ações para sua incorporação como membro pleno da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos (OCDE). O país objetiva se posicionar como um ator confiável no cenário internacional.
"Integrar a OCDE para o Paraguai significaria estar no clube exclusivo de 38 países no planeta. A maioria deles são potências mundiais, e se o Paraguai alcança esses padrões demostraria ser um país sério, confiável e transparente, com uma democracia sólida e atrativos para os investimentos",expressou o funcionário.
Benefícios esperados para o país
A OCDE promove políticas públicas orientadas ao desenvolvimento sustentável e à transparência institucional, abordando temas-chave como educação, saúde, financiamento, proteção social, meio ambiente, leis trabalhistas e governança.
A incorporação como membro pleno posicionaria o Paraguai no mapa mundial como um país atrativo para o investimento global. Isso fortaleceria significativamente o nível social e econômico do país, levando-o a outro patamar de desenvolvimento.
Cronograma do processo
Ojeda indicou que não existe uma data exata definida para o ingresso pleno do Paraguai à OCDE, já que este é um processo técnico e político que costuma levar vários anos. Entretanto, o Paraguai já trabalha sob um Programa País que inclui estudos e avaliações de suas políticas públicas.
"O 2 de julho do ano 2024, o conselho da OCDE decidiu convidar o Paraguai a participar de um programa nacional de conformidade aos termos e condições estabelecidas", detalhou o diretor.
Reitoria e coordenação institucional
O diretor do INE expressou que "estamos avançando sem contratempos. Cada instituição do Estado tem suas próprias tarefas. Exerceremos a reitoria e a coordenação de acordo com o escopo da lei 6670/2020, trabalhando de forma coordenada com a Presidência, o Ministério da Economia e Finanças e a Chancelaria".
Comparação com outros países
Ojeda mencionou que países como Colômbia e Costa Rica demoraram entre quatro e cinco anos neste processo, enquanto o Peru leva doze anos se candidatando. Avaliam-se elementos como a segurança jurídica, a qualidade da democracia, a segurança social, o acesso à informação e a coordenação institucional, entre outros pontos.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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