Papa León XIV promove o diálogo e a diplomacia como caminho para a paz
Chamado à esperança e à paz
Durante o rezo dominical do Angelus em Castel Gandolfo, onde se encontra desfrutando de um período de férias, o Papa León XIV expressou sua convicção sobre a importância de manter viva a chama da esperança. "Não permitamos que estes ventos apaguem a chama da esperança e da paz, ainda que esta seja sempre frágil e vulnerável", assinalou o pontífice diante da praça da Liberdade desta localidade situada a uns 30 quilômetros de Roma.
A mensagem do Papa enfatiza a necessidade de percorrer o caminho do diálogo, do encontro e da diplomacia como via fundamental para alcançar uma paz duradoura. Segundo suas palavras, este é o "único caminho capaz de conduzir a uma paz justa e duradoura em que os povos possam viver reconciliados, em segurança mútua e no respeito à dignidade de cada pessoa".
Solidariedade com trabalhadores do mar
Em sua mensagem dominical, o Papa também recordou a celebração do Domingo do Mar e dirigiu palavras de proximidade a todos os marinheiros, pescadores e trabalhadores portuários do mundo. Reconheceu as dificuldades que enfrentam estas comunidades, marcadas pela separação de seus seres queridos e, em alguns casos, pela preocupação diante dos conflitos que atravessam as rotas marítimas, enquanto sustentam com seu trabalho paciente o comércio e a vida de muitos povos.
Período de descanso e atividades programadas
León XIV se trasladou no domingo passado ao Palácio Apostólico de Castel Gandolfo para iniciar um período de descanso que se prolongará até 27 de julho. Durante estas semanas ficarão suspensas todas as audiências gerais, privadas e especiais.
Apesar do recesso, o pontífice realizará algumas atividades de interesse. No sábado passado almoçou com pessoas em situação de vulnerabilidade, e tem previsto visitar a Biblioteca Apostólica Vaticana para inaugurar o primeiro capítulo do ciclo de exposições "Catástrofe e maravilha".
Esta exposição reunirá obras de três criadores contemporâneos: o artista JR, o tipógrafo Bill Morany e o chef Fulvio Pierangelini. As obras "estabelecerão um diálogo com o patrimônio e os espaços destas salas em uma reflexão dedicada à água como ameaça e como recurso", segundo explicaram os organizadores.
As audiências gerais serão retomadas de forma habitual em 5 de agosto.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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