Segunda, 01 de Junho de 2026
ÚLTIMA HORA
Bem-vindo ao ParaguaiNews — as notícias do Paraguai agora em português Bem-vindo ao ParaguaiNews — as notícias do Paraguai agora em português
Internacional

O caso arrepiante de Agostina Vega, a adolescente de 14 anos que foi assassinada e esquartejada na Argentina

Desaparecimento em Córdoba comove país e gera protestos por justiça

01/06/2026 13:45 3 min lectura 6 visualizações
El estremecedor caso de Agostina Vega, la adolescente de 14 años que fue asesinada y descuartizada en Argentina

A adolescente Agostina Vega, de 14 anos, desapareceu em 23 de maio após as 22h30 da noite, na cidade argentina de Córdoba.

Seus pais, familiares, vizinhos e autoridades a procuraram durante uma semana sem parar.

Neste sábado a encontraram esquartejada em um descampado na periferia da cidade.

Seu caso comocionou a sua comunidade e todo o país.

Neste fim de semana ocorreram protestos pedindo justiça por sua morte em várias localidades e grupos feministas convocaram novas manifestações.

A polícia deteve a ex-companheira de sua mãe, Claudio Barrelier, de 33 anos, como único suspeito pelo seu feminicídio.

De acordo com o relato de sua mãe, Melisa Heredia, naquele sábado Agostina esteve brincando com seu irmão de 7 anos.

Depois, ambos teriam ido buscar empanadas no negócio de seu avô, próximo à casa onde moravam.

"Quando voltou seu irmão, perguntei se Agostina estava no negócio do seu avô e ele me respondeu: 'Não, mãe, a Agos não está'", afirmou Heredia, segundo relata o jornal La Nación.

A mulher afirma que, ao perceber a ausência de sua filha, procedeu a chamá-la, por volta das 22h30. "Tocou quatro vezes e depois nunca mais", contou.

"Seja forte, meu amor. Aguenta um pouco mais que vamos te encontrar. Todo Córdoba está te procurando", disse Heredia após seu desaparecimento.

A última pessoa a ver Agostina, antes de seu desaparecimento, foi o taxista que a levou para encontrar-se com seu presumido agressor.

Trata-se de Ariel, que relatou detalhadamente à mídia local tudo o que viu naquela noite.

A adolescente o parou e pediu para ser levada até a intersecção das ruas Juan del Campillo e Fragueiro, no bairro Cofico, onde a esperava Claudio Barrelier.

"Perguntei quantos anos ela tinha e disse que tinha 14", afirmou.

"Perguntei por que ia ali. Disse que ia se encontrar com o namorado de sua mãe e que iam fazer uma surpresa para ela", acrescentou.

Mas tudo pareceu mais estranho quando se encontraram com Barrelier.

"Quando ela o vê, me diz 'Aí vem aquele rapaz te pagar'. Eu o vejo com uma jaqueta preta. Ele se aproxima e me pergunta quanto é. Quando digo 11.300 pesos, ele disse que não chegava, que tinha 9.500. Me pareceu suspeito que não me olhasse na cara. Ficou de lado e se apoiou entre a porta dianteira e traseira do carro com o ombro direito. Eu olhei para a cara dele, mas estava encapuzado. Me deu um dólar porque não chegava", relatou Ariel.

Depois ficaria sabendo que Agostina havia desaparecido. "Estava com o celular, vi a foto da menina e percebi que é aquela que levei na noite anterior. Procurei pelas redes sociais e consegui me comunicar com a mãe e deixei meu número", afirmou.

Um dos elementos-chave que vincularam Barrelier ao desaparecimento da jovem foi um vídeo capturado por câmeras de segurança.

Nas imagens se via Agostina entrando na casa do homem de 33 anos na mesma noite em que desapareceu.

O imóvel seria depois revistado em busca de provas.

Foi poucos dias depois de completar uma semana de seu desaparecimento que o corpo de Agostina foi encontrado em Ampliación Ferreyra, setor que vinha sendo periciado pelas autoridades há mais de 24 horas.

Ao terreno, com aproximadamente 240 hectares, segundo o meio de notícias Infobea, chegaram o pai da menor, o promotor Raúl Garzón e o ministro de Segurança da província, Juan Pablo Qu...

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

Nossa equipe editorial trabalha para oferecer informação clara, completa e atualizada para o leitor brasileiro.

Comentários (0)

Entre con Google para comentar.