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Milva Gauto retorna como jurada no vigésimo aniversário de Baila Conmigo Paraguay

28/08/2026 23:30 3 min lectura 10 visualizações

Retorno ao júri no vigésimo aniversário

No marco do vigésimo aniversário de Baila Conmigo Paraguay na tela, Milva Gauto volta a ocupar um dos lugares mais observados do certame: a mesa do júri.

Esta será a sexta participação da comunicadora como jurada do formato. Anteriormente, havia integrado o júri nas edições de 2011, 2012, 2013, 2014 e 2017, com quatro participações consecutivas durante os primeiros anos do programa. Seu retorno em 2026 marca a continuidade de um vínculo com o formato que remonta às suas temporadas iniciais.

Um personagem baseado na autenticidade

Fiel a um estilo que combina humor, ironia e um olhar particularmente atento sobre os participantes, a comunicadora assume este novo desafio com uma premissa clara: as diferenças entre os integrantes do júri são, precisamente, as que enriquecem o show.

Milva Gauto enfatiza que a diversidade de perfis na mesa de jurados é fundamental, já que cada integrante observa o palco desde uma perspectiva diferente. Portanto, as opiniões dificilmente podem ser iguais.

Respecto a como surgiu seu personagem, reflete:

Eu acredito que foi de maneira super espontânea. Como é um certame de dança e show, sobretudo show, se baseia praticamente em que os quatro, cinco, seis ou quantos sejam os membros do júri, sejamos absolutamente distintos.

A fronteira entre pessoa e personagem

Em seu caso, existe uma tênue fronteira entre a pessoa e o personagem que aparece frente às câmeras.

Talvez eu tenha um personagem com muito pouca paciência, mas o personagem com pouca paciência se parece muito comigo na vida real, porque é uma mistura de personagem com pessoa.

Gauto reconhece que, como em todos os formatos que realizou em rádio e televisão, cada criação possui uma personalidade distintiva. Seu próprio personagem é, segundo suas palavras, um pouco irreal mas absolutamente espontâneo e genuíno.

A ironia como mecanismo automático

Um recurso particularmente reconhecível de sua presença no júri é a ironia, que emerge quando sua paciência chega ao seu limite.

O personagem trata de ter muita paciência e, quando se lhe vai a paciência, então começa a ironia.

Este mecanismo, segundo admite com humor, aparece quase de maneira automática.

A ironia surge a partir da perda de paciência. Quando a paciência já é forçada, aí surge assim de maneira automática. Não consigo controlar, infelizmente.

A comunicadora enfatiza que o único que não mudará nunca em seu desempenho é esta característica fundamental: a excessiva paciência até perder a paciência, que se converte no disparador de sua particular forma de expressão na tela.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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