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Saúde

Menores de 2 anos e adultos maiores são os mais afetados por vírus respiratórios

18/09/2026 20:15 2 min lectura 138 visualizações

Situação epidemiológica atual

O Ministério da Saúde adverte que os pacientes menores e os adultos maiores representam mais da metade dos ingressos hospitalares por infecções graves por quadros respiratórios. O rhinovírus lidera as estatísticas de hospitalização, seguido de perto pelo vírus sincicial respiratório (VSR) e pelo metapneumovírus.

Segundo o relatório de Vigilância da Saúde, nas últimas quatro semanas foram notificadas 6.842 consultas por Doença Tipo Influenza (DTI) nos Centros Sentinela. Assim também, foram registradas 1.419 pessoas hospitalizadas por Infecções Respiratórias Agudas Graves (IRAG) e 16% ingressaram na Unidade de Cuidados Intensivos (UCI).

Grupos mais vulneráveis

Os leitos de internação e terapia estão sendo ocupados principalmente por dois grupos etários. As crianças menores de 2 anos representam 28% dos ingressos hospitalares, enquanto os adultos de 60 anos e mais constituem 24% das hospitalizações. Os 19% restantes correspondem a crianças e jovens entre 5 e 19 anos.

Avaliação da circulação viral

A proporção de pacientes hospitalizados continua dentro dos parâmetros esperados, mas com uma aproximação ao limiar de alerta nas últimas semanas. O rhinovírus predomina entre os pacientes hospitalizados, seguido do vírus sincicial respiratório (VSR) e do metapneumovírus, segundo expressaram no relatório as autoridades sanitárias.

Óbitos por complicações respiratórias

Nas últimas quatro semanas foram confirmados 38 óbitos por complicações de quadros respiratórios. Destes, 16 foram por vírus sincicial respiratório, 11 por rhinovírus, 5 por metapneumovírus e 2 por adenovírus. Também foi registrado um óbito por parainfluenza, um por influenza A H3N2 e dois pela combinação de vírus sincicial e rhinovírus. No que vai do ano são 219 os óbitos associados a vírus respiratórios.

Medidas recomendadas

Diante da circulação simultânea de múltiplos vírus respiratórios, as autoridades sanitárias instam aos cidadãos a priorizar a vacinação nos grupos de risco, aplicar o isolamento preventivo diante dos primeiros sintomas e reforçar o uso de máscaras para frear o impacto na população mais vulnerável. É essencial reforçar os cuidados e acessar a vacinação anual para se proteger das doenças respiratórias circulantes.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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