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Política

Médicos rejeitam "migalhas" do Governo e vão à greve

04/09/2026 04:45 2 min lectura 565 visualizações

O Sindicato Nacional de Médicos (Sinamed) rejeitou nesta quinta-feira grande parte das propostas do Governo, como um reajuste de G. 400.000 para o salário piso, sob a figura de escalafão. O montante de reajuste que pedem os profissionais é de G. 3 milhões, buscando alcançar os G. 8 milhões como salário piso.

Os médicos defendem o reajuste com base na perda do poder aquisitivo com respeito à inflação que afeta o salário congelado desde 2012.

Os profissionais de branco qualificaram de "migalhas" o montante proposto pelo Governo, enquanto gastam milhões com amantes e petiscos.

Os galenos reforçaram que vão lutar pelo salário piso e posteriormente vão buscar aumentos por especialidade e antiguidade.

"Nunca fomos manipulados tão mal por um Governo como este, arbitrário e autoritário, um governo amplamente corrupto", questionou o médico Marcelo Galli.

Com respeito à data da nova greve nacional dos médicos, em assembleia do Sinamed fixaram segunda-feira 21 e terça-feira 22 de setembro próximos, conforme informado pelo jornalista de Última Hora Carlos Morales.

Os médicos aprovaram, por sua parte, a proposta de desprecarização do Governo, com a qual seriam nomeados aproximadamente 2.390 médicos.

Também aceitaram o aumento de USD 260 milhões para medicamentos e insumos no PGN 2027, embora questionassem o método de financiamento.

"Reajuste salarial já! Se ninguém roubar, o dinheiro alcança!", corearam ao uníssono os médicos em meio à assembleia do Sinamed.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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