Kattya compara seu caso perante a Corte com a máfia dos pagarés
A ex-senadora Kattya González admitiu que tinha poucas esperanças em um fallo favorável da Corte Suprema de Justiça (CSJ) pelos antecedentes sobre sua atuação no conhecido caso da máfia dos pagarés.
"O comportamento institucional da Corte deixava poucas esperanças, a Corte nunca se manifestou sobre a estrutura criminosa da máfia dos pagarés. Não houve um desmantelamento, senão quase uma proteção", criticou.
A ex-senadora enfatizou que neste tempo se viu na atuação das autoridades que o Poder Judiciário se manteve servil ao poder político.
No passado 30 de abril, integrantes da Coordenadora de Vítimas da Máfia dos Pagarés se manifestaram frente à sede do Júri de Julgamento de Magistrados (JEM) e realizaram uma entrega simbólica de cadernetas de avaliação para os ministros da Corte Suprema de Justiça.
"Viemos exigir porque não há celeridade, não há interesse por parte das autoridades judiciais e deste Júri de Julgamento de Magistrados, que devem dar o exemplo para que possa haver celeridade", relataram.
A máxima instância judicial destituiu a juíza de Paz Carmen Analía Cibils Miñarro, acusada de prevaricato e ligada ao esquema da máfia dos pagarés. A juíza, com um julgamento oral pendente, enfrenta novos processos ordenados pelo Júri de Julgamento de Magistrados (JEM).
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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