Junta Municipal sessiona neste domingo para definir a prestação de contas
A Junta Municipal de Asunción começou a debater, após as 13h00 deste domingo, a controvertida prestação financeira de 2025, que inclui a gestão de Óscar Nenecho Rodríguez, a intervenção de Carlos Pereira e os últimos quatro meses do ano passado sob responsabilidade da administração de Luis Bello.
A intervenção realizada no ano passado por Pereira revelou que Rodríguez utilizou bônus para cobrir despesas correntes, quando esse dinheiro estava destinado à realização de várias obras da capital.
O debate se estende porque tanto opositores quanto governistas expõem seus argumentos contra e a favor dos documentos.
Os vereadores prosseguiram no debate novamente sobre o balanço de 2025 devido a dois intentos falhados por falta de quórum. Na sexta-feira anterior, a sessão foi presidida pelo vereador liberal Augusto Wagner, onde houve uma presença de 13 vereadores em sala; porém, ao anunciar-se que seria tratado o balanço e realizar-se uma nova contagem, decidiu-se solicitar um quarto intermédio diante da presença dos vereadores que ainda permaneciam no local.
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Os opositores alegam numerosas irregularidades, e os governistas defendem a gestão do atual chefe comunal Luis Bello.
O vereador opositor Álvaro Grau afirmou a Última Hora que os vereadores colorados não querem tratar o balanço porque sabem que contém várias irregularidades.
Segundo Grau, a estratégia dos adeptos colorados é conseguir a sanção ficta, que implica a aprovação automática do documento diante do vencimento do prazo legal correspondente para seu tratamento.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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