Isaías Fretes espera resolver negociação com médicos antes do fim de semana
Novas perspectivas na negociação salarial
O novo titular do Ministério da Saúde Pública e Bem-Estar Social (MSPyBS), Isaías Fretes, expressou sua intenção de resolver as diferenças com o sindicato médico antes do fim desta semana, no marco da Greve Nacional de Médicos programada para os próximos 21 e 22 de setembro.
Durante uma coletiva de imprensa em Mburuvicha Róga, Fretes sinalizou que dispõe das ferramentas necessárias para se sentar a negociar com seus colegas do setor sanitário. "Tenho as ferramentas para chegar a bom termo. Se Deus permitir, não vai passar desta semana", expressou o funcionário.
Posição do novo ministro
Fretes enfatizou que seu marco de atuação se baseia na coerência. "Quando a gente se enquadra dentro da coerência, o resultado tem que ser positivo e isso vou resolver com meus colegas", afirmou.
O ministro indicou que as condições da nova negociação serão discutidas na mesa de trabalho durante a reunião tripartite programada no Ministério do Trabalho.
Fretes destacou sua origem profissional e sua proximidade com o setor médico. "Nunca fiz política, não tenho treinamento político. Venho do sindicato. Sou um homem de trincheira, de cirurgia, falo a mesma linguagem, passei pelas mesmas dificuldades", sinalizou.
Perspectiva sobre condições salariais
O titular de Saúde Pública ratificou seu compromisso com o bem-estar do pessoal sanitário. "Este cargo é circunstancial; vou voltar à universidade. Vou me encontrar na rua com meus colegas. Sou o primeiro que tenho que conseguir o benefício para eles, ou se não, seria incoerente com minhas ideias", expressou.
Fretes identificou disparidades na remuneração do pessoal sanitário. Mencionou que uma enfermeira percebe G. 2.800.000 enquanto um hemodinamista recebe G. 4.500.000, situação que considera requerer atenção.
Desafios adicionais no setor
O ministro destacou a importância da formação contínua na profissão médica, sinalizando que implica assistir a eventos científicos e assinatura de revistas especializadas, o que representa um gasto significativo para os profissionais.
Igualmente, mencionou a necessidade de abordar problemas legais derivados da falta de capacitação contínua e da ausência de seguros por negligência profissional, benefícios que existem em outras nações.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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