Herança frutífera: produtoras guairenhas comercializam até 100 mil mandarinas por mês e buscam continuar crescendo
Da feira ao mercado institucional
A Associação de Mulheres Produtoras Virgen de Caacupé realizou uma importante transição comercial ao passar de vender seus produtos em feiras locais para abastecer empresas provedoras do programa Hambre Cero. Esta evolução representa um marco significativo no desenvolvimento da organização agrícola.
Atualmente, a associação comercializa até 30 mil mandarinas por semana, o que equivale a aproximadamente 100 mil unidades mensais. Esta produção abastece empresas que participam de iniciativas de provisão de alimentos a nível nacional.
Uma herança de mais de cinco décadas
A produção de mandarinas na zona de Independência, Guairá, possui raízes profundas. O que começou como uma atividade familiar há mais de cinco décadas constitui atualmente uma base sólida para o desenvolvimento econômico da região.
A Associação de Mulheres Produtoras Virgen de Caacupé reúne 42 produtoras que trabalham de maneira coordenada para fortalecer sua capacidade produtiva e comercial.
Metas de expansão
A organização se encontra em uma etapa de crescimento e busca ampliar significativamente seus mercados. Este objetivo responde tanto à capacidade produtiva existente quanto às oportunidades que identifica no mercado regional e institucional.
O fortalecimento de canais de comercialização e a consolidação de novas alianças comerciais constituem prioridades para as produtoras, que veem na atividade agrícola uma oportunidade sustentável de desenvolvimento econômico para suas famílias e comunidades.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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