Governo prioriza proteção de Almir após escapar de seus sequestradores
O presidente da República, Santiago Peña, através de suas redes sociais, encomendou às forças de segurança na última quinta-feira proteção para Almir de Brum e sua família, após seu cativeiro de 106 dias por supostos membros do Exército do Povo Paraguaio (EPP).
"Almir de Brum está vivo, está livre e se encontra em sua casa. Saber que neste momento está em seu lar, abraçando sua família, nos enche de uma felicidade profunda", expressou o chefe de Estado.
O produtor brasileiro foi sequestrado no sábado 21 de fevereiro de 2026, enquanto se encontrava trabalhando em sua chácara, a bordo de uma colhedora.
"Encomendei às forças de segurança sua proteção nesta etapa inicial de recuperação ao lado de seus seres queridos", seguiu expressando Peña.
Igualmente, afirmou que o desdobramento coordenado das Forças Armadas, da Polícia Nacional e da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) "continuará exercendo pressão sobre os grupos criminais terroristas que querem perturbar a paz de nosso povo".
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"Hoje celebramos a liberdade e a vida, e continuaremos trabalhando de maneira implacável para defender aos paraguaios e garantir a paz em cada canto do país", finalizou.
O sequestro de Almir ocorreu em uma chácara localizada na zona da Reserva Morombí, no Departamento de Canindeyú.
Almir de Brum está vivo, está livre e se encontra em sua casa. Saber que neste momento está em seu lar, abraçando sua família, nos enche de uma felicidade profunda.
O sequestro é atribuído a membros do EPP por um panfleto e manuscrito que deixaram na zona no dia de seu sequestro.
O ministro da Defesa, Óscar González, em comunicação com a rádio Monumental 1080 AM, afirmou que devem ter prudência nestes casos e neste momento, já que tudo é muito recente.
"Há que ter muita prudência, muita reserva nestes casos e neste momento porque é algo muito novo e temos que ser muito precisos e muito cirúrgicos no que fazemos e dizemos", acrescentou.
Além disso, garantiu que as operações continuam e foram incrementadas.
"É um território muito boscoso, é muito amplo. Quando falamos de presença nos referimos a patrulhas que se efetuavam e se continuam efetuando na zona", asseverou.
Também indicou que o pessoal de Inteligência recomenda não entrar em tantos detalhes de como Almir conseguiu o telefone com o qual se comunicou com sua família e também não revelará tantos dados sobre a localização onde foi encontrado.
Valmir de Brum, pai de Almir, afirmou que seu filho lhe disse que conseguiu escapar e caminhar durante quase seis dias até poder pedir ajuda.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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