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Internacional

Disputa entre Brasil e EUA inicia na OMC

31/07/2026 10:45 2 min lectura 12 visualizações

Brasil iniciou nesta quinta-feira uma disputa com Estados Unidos perante a Organização Mundial do Comércio (OMC) em relação aos arancéis adicionais impostos por Washington a produtos procedentes do país latino-americano.

Os arancéis, de 25% e 12,5%, foram impostos por Estados Unidos após duas investigações iniciadas este ano ao amparo da Seção 301 de sua Lei de Comércio, uma delas específica para Brasil e outra centrada em acusações relacionadas ao trabalho forçado, que afetou cerca de 60 economias globais.

De acordo com a parte brasileira, estas tarifas são incompatíveis com diversas disposições do Acordo Geral sobre Tarifas Aduaneiras e Comércio (GATT) de 1994 da OMC, bem como com as regras do mecanismo de solução de diferenças na organização.

Com a abertura da disputa, são concedidos às partes 60 dias para tentar resolver as diferenças por via bilateral, e caso contrário o demandante pode solicitar que a questão seja examinada por um comitê da OMC.

LULINHA. Por outra parte, um juiz da Corte Suprema de Brasil autorizou a Polícia Federal investigar Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha e filho maior do atual chefe de Estado, Luiz Inácio Lula da Silva, por suposto tráfico de influências, informaram nesta quinta-feira meios locais.

O magistrado André Mendonça atendeu a um pedido da Polícia para esclarecer a atuação de Lulinha nas gestões para obter uma permissão de comercialização de cannabis medicinal em programas vinculados com o Ministério da Saúde, segundo o jornal Folha de São Paulo.

Enquanto isso, o Tribunal Superior Eleitoral determinou que as plataformas digitais e redes sociais terão prazo até 16 de agosto para apresentar seus planos tendo em vista as eleições gerais de 2026, detalhando medidas de prevenção contra a desinformação e o uso malicioso de inteligência artificial, informaram nesta quinta-feira fontes oficiais. A medida, publicada no Boletim Digital de Justiça, estabelece os procedimentos para que as empresas detalhem como prevenirão e mitigarão os riscos à integridade do processo eleitoral. Como regra geral, a obrigação se aplica a plataformas que ultrapassem os 5 milhões de usuários mensais no Brasil. Não obstante, o TSE se reserva o direito de exigir um plano simplificado a empresas menores.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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