Descobrir a cizânia no mundo e em nosso coração
Isso explica também a surpresa dos servos que, um bom dia, descobriram o campo de trigo coberto com essa planta nociva. É preciso dizer que, nas primeiras semanas, as duas plantas – o trigo e a cizânia – se parecem muito a ponto de ser muito difícil distingui-las. Por isso o Senhor lhes aconselha que esperem até a colheita, para não arrancar involuntariamente o bom trigo.
O Senhor diz que o campo é o mundo e o inimigo é o diabo. Sem cair no pessimismo, podemos afirmar que o comprovamos praticamente a diariamente na maior parte dos países. Mas essa explicação não exclui outra um pouco mais pessoal, na qual o campo é nossa alma. Deus semeia nela sua graça, como víamos ontem, e o diabo a cizânia, os maus desejos.
O que fazer? No terreno pessoal, é sem dúvida alguma indispensável reagir o mais breve possível, sem esperar o fim dos tempos. O que exige uma das práticas de piedade que sempre se viveu na Igreja: O exame de consciência. Seu objeto? Ao mesmo tempo os temas pessoais e nossa responsabilidade na marcha dos assuntos do mundo em que vivemos.
Propósito? Talvez estar mais vigilantes porque uma das causas da abundância de cizânia é a preguiça dos homens. Santo Josemaria nos diz isso em uma de suas homilias: "Triste preguiça, esse sono. (Frases extraídas de https://opusdei.org)
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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