Defesa Animal rejeita que Canela seja devolvida ao lar onde tiveram seu focinho destruído
A Direção de Defesa Animal rejeita a decisão judicial que dispõe que a cachorra Canela seja devolvida à sua proprietária, apesar de que em seu antigo lar destruíram seu focinho com pirotecnia. "Não compartilhamos esta determinação, já que consideramos que representa o retorno a um ambiente onde, evidentemente, não recebeu os cuidados, a proteção e o bem-estar que merece", afirmou através de um comunicado.
Nesse sentido, a instituição expressou sua profunda preocupação diante de tal decisão. "Atendendo à gravidade do caso, Canela deveria permanecer sob o cuidado da pessoa que responsavelmente assumiu sua recuperação, atenção e proteção", expressaram.
Ou seja, por essa situação, consideram que é necessário que permaneça com a pessoa que se responsabilizou por sua atenção e cuidados.
"Diana Camarasa, de Olfateando Huellas, recebeu uma nota do julgado dizendo que a juíza decidiu entregar a custódia novamente à família onde ocorreu o fato tão grave. Como pode ser!", lamentou o diretor de Defesa Animal, Héctor Luis Rubin.
Nesse sentido, manifestou seu desacordo com a decisão da juíza Carmen Rosana Román. "Não me parece correto que essa cachorra tenha que voltar a um ambiente onde sofreu uma barbaridade. É uma sensação desagradável", sentenciou.
Por outro lado, o advogado Diego Tuma anunciou que se encarregaria da defesa de Canela para reverter a decisão.
"Assumimos a representação legal neste caso e vamos lutar até as últimas consequências para evitar que Canela seja enviada novamente ao local (não se pode chamar de lar) onde ficou demonstrado que não foi protegida. Porque a discussão não é quem é o dono. A discussão é quem cuidou de Canela e quem não o fez", argumentou o advogado via redes sociais.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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