Como os astronautas veem as auroras australis desde o espaço
"Há muita atividade neste momento na Estação Espacial, mas felizmente todos estamos a salvo e ontem presenciamos um despliegue espetacular de auroras australis graças a um recente evento solar", escreveu a astronauta da NASA Jessica Meir na rede social X.
Meir, integrante da missão Crew-12 da SpaceX, acompanhou a publicação com várias fotografias e um vídeo no qual se observa nitidamente a aurora, que tinge de verde a atmosfera terrestre e serpenteia de forma similar a como faz um rio.
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As auroras australis se formam pelo choque das partículas solares com o campo magnético da Terra, da mesma forma que as boreais.
Embora não representem um sério perigo para a tripulação do laboratório orbital, sim as expõem a uma quantidade de radiação maior que a habitual.
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A principal diferença entre ambos os tipos de auroras é a parte do planeta em que ocorrem, pois as australis ocorrem na face sul, enquanto que as boreais são visíveis desde as latitudes mais setentrionais.
Além disso, a escassa presença de núcleos de população na parte mais meridional da Terra, principalmente ocupada pela Antártida e pelos oceanos, faz com que sejam mais difíceis de perceber desde a superfície.
O melhor momento para observar as auroras australis vai de março a setembro, coincidindo com o inverno no hemisfério sul.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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