Chuva de canções com Luciano Pereyra no Arena Asunción
Artista apresenta turnê 'Te Sigo Amando' com quase duas horas de show
A chuva intensa que caiu sobre Asunción não pôde apagar a noite. Neste sábado, Luciano Pereyra voltou a se encontrar com o público paraguaio no Arena Asunción, em uma noite de quase duas horas que percorreu diferentes etapas de sua carreira e apresentou parte de seu novo álbum, Te sigo amando.
O cantor chegou com sua Te Sigo Amando Tour e encontrou uma audiência disposta a cantar, dançar e acompanhá-lo apesar do mau tempo que parecia ia "inundar" o show, mas se rendeu diante do público e da energia de Pereyra que cativou a próprios e estranhos.
A jornada começou às 20h30 com Alam Cañete, encarregado de abrir o espetáculo. Uma hora depois, passada as 21h30, as luzes se acenderam para receber Pereyra, que arrancou com canções como Ahora resulta e Una mujer como tú. Desde o começo, o artista buscou o contato com a plateia, percorrendo o palco, lendo cartazes e respondendo aos gestos do público com um "¡Rohayhu Paraguay!"
Luciano Pereyra brindou quase duas horas de show. "Graças, Asunción, por cantar minhas canções", expressou em um dos momentos de interação. Também brincou com a ideia de dançar, cantar ou se emocionar, propondo um mix para todas as emoções no lugar. O encontro teve ainda espaço para os clubes de fãs paraguaios, a quem agradeceu especialmente: "Quero agradecer a todos os clubes de fãs do Paraguai pelo carinho (...) pelas atividades sociais e beneficentes que fazem, obrigado pelo carinho que sempre me dão ao vir".
A relação com o público ficou cada vez mais próxima durante a noite. Pereyra conversou com seus seguidores, leu seus cartazes e até lhe cantou o parabéns a Mirian, uma fã que celebrava seu aniversário no concerto. Em outro momento, o público também lhe cantou o tradicional "Parabéns a você" ao artista.
"Que bom voltar!", expressou, enquanto recordava alguns detalhes de sua estadia no país. Contou que tinha desfrutado de um tereré e de sopa paraguaia ao meio-dia e até brincou com o termo choclotorta para se referir à chipa guasu. Entre canções, também houve espaço para um "¡Que suba o Paraguai!", acompanhado de um malambo e para seu "¡Que viva o Paraguai!".
Musicalmente, o percurso começou a transitar por alguns de seus clássicos. Zamba para olvidarte, Sin testigos, Chaupi corazón, Seré, Enséñame a vivir sin ti, Es mi culpa, Quédate conmigo, Qué suerte tiene él e El vestido rojo foram parte de um repertório que permitiu viajar entre diferentes momentos da carreira do artista.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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