Centurión anuncia liberação de terrenos e retirada de semáforo em Pedrozo
Resolução judicial permite avançar em obras de segurança viária
Resolução judicial permite avançar em obras de segurança viária
A ministra de Obras Públicas e Comunicações, Claudia Centurión, confirmou na terça-feira que o juizado resolveu o litígio que mantinha paralisado o projeto e liberou o último terreno necessário para continuar com a instalação da passarela na companhia Pedrozo de Ypacaraí. A resolução judicial também ordena a Rutas del Este a retirada do semáforo em um prazo de um mês, uma vez que se acondicione adequadamente o cruzamento.
Durante sua intervenção no programa "Arriba hoy" de GEN e Universo 970 AM/Nación Media, Centurión expressou: "Não podemos nos acostumar a que Pedrozo seja sinônimo de tragédia. Este trecho tem uma história demasiado dolorosa e necessita uma solução estrutural que estamos realizando, que é o cruzamento desnivelado para que não se tenham que gerar estes movimentos a nível que geram uma bomba de tempo na zona".
Retirada do semáforo como medida imediata
Uma das ações prioritárias que adiantou a ministra foi ordenar ao consórcio a retirada do semáforo em menos de um mês. Este dispositivo se encontra no trecho inferior e tem sido objeto de reclamações tanto de pobladores quanto de automovilistas por afetar o fluxo veicular.
Centurión explicou que a obra se planejou em duas fases. A primeira compreende a retirada do semáforo, para o qual já impartiu instruções a Rutas del Este. "Isto se tem que eliminar, mas se tem que dar garantias de que os movimentos a nível sejam mais seguros que o do semáforo antes de estar habilitado o cruzamento", detalhou a ministra.
Resolução de conflito por terrenos
A respeito dos obstáculos que retardaram o avanço das obras por questões de disponibilidade de terrenos, Centurión assinalou que lamentou que o problema tenha se originado com os mesmos pobladores da zona, situação que derivou em um processo judicial para a liberação dos predios.
"Nós já estamos em plena execução desse cruzamento, o arrancamos no ano passado e incrivelmente, embora pareça ilógico, os vizinhos da zona têm impedido que o MOPC tome posse e têm interposto recursos de amparo para o avanço das obras", expressou Centurión.
A ministra confirmou que a situação se resolveu na semana anterior, quando "o último terreno que é importante para a obra se terminou de liberar", permitindo que se gerassem as condições necessárias para a tomada de posse.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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