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Economia

Centrais sindicais analisam posição sobre aumento do salário mínimo

18/06/2026 17:45 2 min lectura 297 visualizações
Centrales obreras analizan posición sobre aumento del salario mínimo

Análise de propostas salariais em andamento

José Pineda, vice-presidente da Central Unitária de Trabalhadores Autêntica (CUT-A), informou que se encontram analisando o aumento do salário mínimo e que por volta do meio-dia comunicarão sua posição oficial após uma conversa coordenada com cinco centrais obreras.

Durante a avaliação das propostas, a organização identificou observações a respeito da metodologia utilizada para determinar o custo de vida dos trabalhadores.

Questionamentos sobre o cálculo do custo de vida

Pineda expressou ressalvas sobre o uso do índice de preços ao consumidor (IPC) como referência para medir o custo de vida do trabalhador. "É uma questão que há que reconhecer, o índice de preços ao consumidor que mede não deveria ser utilizado para o custo de vida do trabalhador", assinalou em comunicação com a rádio Monumental 1080 AM.

Segundo o porta-voz, o gasto com alimentação representa uma parcela importante dos ingressos laborais. "O trabalhador gasta 26,9% de seus ingressos em alimentação. Se alguém ganha G. 3 milhões, gasta quase G. 800.000", explicou para ilustrar a proporção do orçamento familiar destinada a este rubrica.

Relatório técnico apresentado ao Presidente

O presidente da República, Santiago Peña, recebeu nesta quarta-feira a ministra de Trabalho, Mónica Recalde, que lhe entregou o relatório técnico e as recomendações emitidas pelo Conselho Nacional de Salários Mínimos (Conasam). O documento foi apresentado sem contemplar um montante recomendado devido à falta de acordo entre os setores participantes.

Posições de trabalhadores e empresários

O relatório incluiu as posições de ambas as partes interessadas. Os trabalhadores solicitaram um incremento de 20%, equivalente a G. 647.021, enquanto que o setor empresarial defendeu a aplicação da fórmula do índice de preços ao consumidor (IPC) do Banco Central do Paraguai, que resultou em um incremento de G. 69.577, de acordo com a inflação de 2,4%.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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