Camilo Benítez e Augusto Paiva oficializam suas candidaturas para continuar na CGR
O contralor geral da República, Camilo Benítez, e o atual subcontralor Augusto Paiva oficializaram nesta segunda-feira suas candidaturas para um novo período à frente da Contraloría General de la República. Ambos apresentaram a documentação perante a Secretaria Geral da Câmara de Senadores, no marco do processo de seleção das novas autoridades da instituição.
Após formalizar sua postulação, o subcontralor defendeu a gestão desenvolvida durante os últimos cinco anos e sustentou que a administração conseguiu deixar para trás os conflitos internos que caracterizaram etapas anteriores.
Ao justificar sua decisão, apontou que a experiência acumulada durante os últimos cinco anos respalda sua intenção de continuar no cargo. "Me postulei novamente a este cargo de subcontralor porque acredito que nas diferentes etapas em que me tocou substituir o contralor estivemos à altura da representação institucional", manifestou.
Sustentou que uma das principais fortalezas da atual administração foi não contar com disputas internas que caracterizaram gestões anteriores.
"Antes se via uma desorganização, uma disputa entre contralor e subcontralor. Não sou juiz nem árbitro para definir se tinham ou não uma conduta decorosa, mas acredito que nestes cinco anos o contralor Camilo Benítez e quem lhes fala estivemos à altura da representação institucional", afirmou.
O subcontralor destacou ainda que em 45 oportunidades assumiu como encarregado de despacho da Contraloría sem que isso gerasse conflitos institucionais.
"Em 45 ocasiões me desempenhei como contralor interino e enviamos numerosos relatórios ao Ministério Público e ao Congresso Nacional", indicou.
Entre os casos mais relevantes mencionou os relatórios relacionados com a compra de detergentes por parte da Municipalidade de Assunção e as investigações sobre o ex-governador do Departamento Central Hugo Javier González, além de outros casos.
"Isso não foi uma questão traumática. Não houve uma discussão entre contralor e subcontralor sobre quem dizia uma coisa ou outra. Estivemos à altura", expressou.
Sustentou que agora será o Congresso Nacional o encarregado de avaliar se corresponde a continuidade das atuais autoridades. "Acreditamos que o organismo reitor, que é o Congresso Nacional, vai avaliar se merecemos ou não continuar. No meu caso, como subcontralor, quero seguir aproveitando a experiência adquirida, tanto por minha passagem como enlace parlamentar do então vice-presidente Federico Franco, também por minha trajetória de funcionário no Congresso como assessor jurídico e em distintas comissões assessoras. Acredito que cumprimos um trabalho institucional desde a Contraloría com o Congresso Nacional", referiu.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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