Buscam estabelecer maior participação de produtos nacionais em Hambre Cero
A Comissão de Desenvolvimento Agropecuário e Combate ao Contrabando da Câmara de Senadores analisou nesta terça-feira uma proposta de modificação da normativa de alimentação escolar, que propõe ampliar a participação de produtos nacionais e das micro, pequenas e médias empresas nas compras realizadas no âmbito do programa Hambre Cero.
Colym Soroka, presidente da comissão, explicou que os produtos frutihortícolas representam atualmente cerca de 4% dos contratos gerais do programa.
A proposta em estudo busca estabelecer uma maior participação de produtos nacionais, elevando de 10% para 40% o percentual previsto, com o propósito de gerar maiores oportunidades para os produtores paraguaios.
"Nós exigimos agora que passe de 10% para 40% de produtos nacionais. Conversamos com os produtores e eles têm capacidade de produzir o que seja; o único que se espera é que tenhamos oportunidade", manifestou o parlamentar.
Entre as modificações analisadas encontra-se também o aumento de 5% para 10% da participação das Micro, Pequenas e Médias Empresas (mipymes) no programa.
Durante a reunião, os congressistas receberam representantes de sindicatos de produtores para conhecer suas inquietações e propostas a respeito do projeto de Lei que modifica e amplia disposições da Lei de alimentação escolar e controle sanitário, bem como da Lei que cria o Fundo Nacional de Alimentação Escolar para a universalização equitativa da alimentação escolar.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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