Bianca evolui após transplante e sua mãe homenageia o anjo doador, um 'pequeno herói'
A menina de 3 anos segue em estado crítico, mas clinicamente estável após receber um coração novo
Diana Roldán é uma mãe que lutou incansavelmente para salvar a vida de sua filha, a pequena Bianca, de 3 anos, que no último domingo recebeu um transplante cardíaco que lhe permitirá ter uma segunda oportunidade, mas que continua em estado crítico, próprio da intervenção tão complexa.
Roldán confirmou que sua filha evolui, ainda que lentamente e com complicações próprias de um transplante. "Continuamos dentro da etapa crítica e as próximas horas serão cruciais para poder responder essa pergunta", respondeu sobre o estado e último relatório da situação de Bianquita, três dias após o transplante de coração.
"Posso dizer que, como sempre, Bianca não decepciona. Ela é uma menina muito guerreira que está dando tudo também por sua recuperação. Ela está clinicamente estável no momento e os médicos estão fazendo tudo o possível para que esse coraçãozinho possa responder bem", disse, por outro lado, em uma conversa com a NPY.
Enfatizando a complexidade da cirurgia, acrescentou que não foi nada fácil e estamos esperando para ver como vão os relatórios.
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A mãe da menina também se mostrou grata com a família do pequeno doador, que tinha a mesma idade e peso que sua filha. Em uma conversa com a NPY, prestou uma homenagem à família e ao menino.
"Posso lhes dizer que tenho um agradecimento infinito, primeiramente com Deus por manter e dar força a Bianca para chegar até aqui e, como menção de honra, a família de Bianca está profundamente grata com a família deste herói, deste menino que é um herói", mencionou Roldán, ressaltando também o sim altruísta da família, "que lhe disseram sim, com o amor mais nobre, e a Bianca deram uma segunda oportunidade".
Disse também se sentir "dividida" entre a preocupação própria da etapa de recuperação de sua filha e, por outro lado, "com uma dor profunda com a família" que perdeu seu filho, que terminou sendo o anjo doador de Bianquita, o "pequeno herói".
"Com muito respeito, eu entendo o que é se sentir assim, com essa perda e respeito e admiro muito o que fizeram por ela", destacou.
Também disse compreender aos pais que não consentiram com a doação, já que existiu uma possibilidade anterior. "Nós a isso colocamos fé, esperança e cada vez que recebíamos um 'não', entendíamos, porque não é nada fácil", expressou.
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Acrescentou que reconhece que se trata da perda de uma criança e que isso a fazia compreender qualquer negativa. "E por isso é que admiramos muito o que fez essa família, o que fizeram esse pai, essa mãe, em dar esse 'sim' para que seu filho possa continuar vivendo em Bianca", manifestou.
É por isso que exortou aos pais que considerem a doação de órgãos de seus filhos, em casos de falecimento que permitam doar órgãos. "Ainda há muitas crianças esperando", indicou.
Por fim, mencionou a entereza de sua filha, que agora evolui, embora ainda lentamente. "Ela, conforme nos diziam, estava como se seu coraçãozinho pudesse parar a qualquer momento", disse para valorizar este momento.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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