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Polícia

Agente do Grupo Lince desaparece e familiares rogam pela intervenção da Polícia

26/05/2026 11:00 3 min lectura 16 visualizações
Agente del Grupo Lince desaparece y familiares ruegan por la intervención de la Policía

Juana Gayoso é a mãe de José Eduardo Gayoso, de 21 anos, um agente do Grupo Lince que está desaparecido desde a madrugada do sábado passado e cuja motocicleta foi localizada ao lado da Ponte Remanso.

Em meio à angústia e desesperação, a mãe clamou pela intervenção da Polícia Nacional para conseguir encontrar o seu filho.

"Não sabemos nada dele. Começamos a procurá-lo com a sua irmã e o GPS nos levou até a ponte. Fui à Delegacia de Remansito, levei os documentos do meu filho e havia sido eles às 4:40 (do sábado) que encontraram a motocicleta dele e nenhuma autoridade informou em nenhuma unidade", comentou a mulher em contato com a rádio Monumental 1080 AM.

Juana disse que teve de rogar ao pessoal policial para que pudessem atendê-la.

"Nos deixaram ali como duas, três horas. Não nos davam atenção. Como se fosse um animal que estivesse desaparecido. E depois lhe disse que eu queria ver a moto do meu filho e ele me disse que era dele. Perguntei quem encontrou e me disse que não sabem, que já saíram os que encontraram", indicou a mãe do agente, com muita impotência.

Lá apenas registraram a denúncia e nada mais. Inclusive, foram até a Capitania dos Portos. A mãe também lamentou e questionou a nula participação da Polícia Nacional na busca pelo seu filho.

"Nenhuma autoridade policial se apresentou, nem o seu chefe, nem ninguém. Ninguém veio, ninguém me perguntou nada sobre o meu filho. É um total abandono dos chefes da Polícia, porque ele é um pessoal policial", prosseguiu.

A família pediu que as autoridades vejam as câmeras de circuito fechado das imediações e somente nesta segunda-feira vão verificar.

"Eu implorei para que pudessem ver a câmera do circuito fechado porque lá no pedágio há câmeras. E à tarde foram para pedir a câmera e o fiscal não autorizou. Recém hoje vão ir ver as câmeras e não pode ser assim", reprovou a desesperada mãe, ao tempo em que lamentou profundamente a falta de justiça no Paraguai.

"Meu Deus, no nosso país não há justiça. O único que quero saber é por que ninguém me dá atenção. Eu quero encontrar o meu filho, encontrá-lo vivo ou morto", finalizou.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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