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A trágica morte de uma jovem brasileira após instrutores a lançarem de uma ponte sem amarrá-la a uma corda

15/06/2026 16:46 3 min lectura 21 visualizações
La trágica muerte de una joven brasileña después de que los instructores la lanzaran desde un puente sin atarla a una cuerda

Uma jovem de 21 anos morreu em um trágico acidente de esportes extremos no Brasil.

Três homens foram presos após o acidente, no qual os instrutores não amarraram a corda de segurança antes de ajudá-la a saltar de uma ponte no estado de São Paulo.

Durante o fim de semana, imagens de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas viralizaram nas redes sociais, mostrando-a sendo conduzida até a beira da ponte abandonada antes de ser lançada ao vazio no sábado.

Rodrigues caiu 40 metros e os serviços de emergência certificaram sua morte no local da queda.

A polícia investiga se os homens são responsáveis por homicídio com dolo eventual (quando alguém não tem a intenção direta de matar, mas assume o risco de fazê-lo), conforme informou a mídia local Globo.

O incidente ocorreu na Ponte do Esqueleto, no limite entre Limeira e Cordeirópolis, no interior de São Paulo.

Nas imagens publicadas nas redes sociais, veem-se dois homens segurando Rodrigues de Freitas pelos braços, enquanto um terceiro a sustentava pelos pés por trás.

Quando é lançada da ponte, uma testemunha grita aos instrutores que coloquem a corda nela.

Os três homens levavam arneses que pareciam estar conectados a uma corda de segurança.

Rodrigues de Freitas foi enterrada no dia seguinte.

O salto com corda (rope-jumping) é um esporte extremo diferente do salto com corda elástica (bungee jumping).

No salto com corda utilizam-se cordas de escalada de baixa elasticidade, que transformam a queda em um movimento pendular horizontal.

Em contraste, no salto com corda elástica utiliza-se uma corda de borracha que gera um efeito de rebote vertical.

A ponte permaneceu abandonada durante anos e é responsabilidade do governo federal.

A Secretaria de Patrimônio da União (SPU) do Brasil declarou que estava "à disposição para colaborar com as autoridades nas investigações".

A Prefeitura de Limeira anunciou que processaria o governo federal por gerenciar de forma inadequada a ponte.

As autoridades locais disseram que adotaram "medidas administrativas e exigem ações dos órgãos federais responsáveis pela zona".

A morte de Rodrigues de Freitas "torna a continuação dessa omissão insustentável e inaceitável", destacaram em um comunicado.

Além disso, a Prefeitura de Limeira indicou que os instrutores pertenciam a uma empresa privada que oferecia atividades de salto com corda, embora alguns relatos locais sugiram que faziam parte de grupos informais que praticam esportes extremos na ponte.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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