A rede barredera
Jesus fala de uma pesca com uma rede barredera que recolhe tudo o que encontra. Trata-se de um tipo de rede alongada e larga que se estende entre duas barcas e que ao arrastá-la recolhe peixes, restos de algas ou qualquer objeto que haja flutuando na água.
O Senhor entre barcas e redes encontrou seus primeiros discípulos, e muitas vezes comparava a labor de almas com as fainas pesqueiras –recordava San Josemaría–. Você se lembra daquela pesca milagrosa, quando se rompiam as redes? (…) A essa pesca apostólica, aberta a todas as almas, poderíamos aplicar aquele texto de San Mateo, que fala de "uma rede barredera, que lançada no mar, agrega todo gênero de peixes", de qualquer tamanho e qualidade, porque em suas malhas cabe tudo o que nada nas águas do mar.
De fato, Deus quer que desfrutem da felicidade eterna em seu Reino todas as pessoas, de todas as culturas, raças e condições, não exclui ninguém de seu chamado à amizade com Ele. Ainda que nem todos acolherão necessariamente seu chamado.
O mar é o mundo onde convivem toda classe de pessoas, com as mais variadas disposições e em muito diversas circunstâncias. A todos alcança a vontade salvífica de Deus, que cada um pode livremente acolher ou rejeitar. Da mesma forma que os pescadores na margem separam o que é bom do mau entre tudo o que arrastou a rede, assim sucederá ao final dos tempos…
Cristo julgará os vivos e os mortos com o poder que obteve como Redentor do mundo, vindo para salvar os homens –ensina o Catecismo–. Os segredos dos corações serão desvelados, assim como a conduta de cada um com Deus e o próximo. Todo homem será colmado de vida ou condenado para a eternidade, segundo suas obras.
(Frases extraídas de Evangelho de quinta-feira: a rede barredera - Opus Dei)
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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