Uso de redes sociais é tão prejudicial quanto o tabaco, segundo médicos do Reino Unido
Esta academia entende que os médicos deveriam questionar de maneira sistemática sobre o tempo de uso de telas e redes sociais cada vez que atendem pacientes jovens.
Essas considerações estão contidas na resposta que a academia deu a uma pergunta formulada pelo Governo sobre o uso das redes sociais em menores de 16 anos, informa nesta terça-feira a BBC.
A Academia afirma que deveria haver diretrizes para médicos sobre como detectar qualquer uso inapropriado ou prejudicial das redes sociais e do conteúdo online.
A psiquiatra infantil Emily Sehmer apontou hoje à emissora que os perigos do uso excessivo das redes sociais são "piores" que os do tabagismo e destacou a importância de que os profissionais de saúde questionem os jovens sobre o tempo que usam as redes sociais sem julgamentos.
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"Não podemos conhecer a magnitude do problema se não perguntarmos", destacou.
Desde o mês de março passado, o Governo colocou em marcha uma consulta à população, com perguntas a pais e filhos, entre outros, para que dessem sua opinião sobre restrições no uso das redes, antes de que o Executivo implemente novas medidas sobre seu controle.
A ministra britânica de Tecnologia, Liz Kendall, disse à emissora que as novas medidas serão implementadas para menores de 16 anos antes do final do ano.
A proibição das redes sociais para crianças, como já foi feito na Austrália, é uma das opções que se considera.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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