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Saúde

Urgem ao Ministério da Saúde a compra de fármaco para paciente com câncer

21/07/2026 22:45 2 min lectura 4 visualizações

A FEPPER exigiu ao Ministério da Saúde o cumprimento imediato da sentença e a provisão contínua do tratamento.

Segundo o comunicado, no dia 29 de abril de 2026 uma decisão de amparo determinou que o Ministério da Saúde "arbitrasse imediatamente os mecanismos necessários para assegurar seu tratamento", mas "até a data não há nenhuma novidade".

A organização afirmou que somente agora lhe promete "dar curso a seu caso" e analisar a disponibilidade de fundos para a compra dos medicamentos.

A FEPPER sustentou que a situação "não é somente burocracia nem falta de gestão, é uma forma inumana de abandono", ao apontar que a paciente teve de recorrer a múltiplas instâncias administrativas e judiciais sem conseguir acessar o tratamento de que necessita para viver.

A federação responsabilizou o presidente da República, Santiago Peña, e o ministro da Economia e Finanças pela falta de recursos que, segundo indicou, mantém tratamentos interrompidos.

Além disso, ressaltou que "a falta de fundos não pode continuar sendo utilizada como desculpa quando há vidas em risco e uma ordem judicial vigente".

Por fim, a FEPPER exigiu o cumprimento imediato da sentença e a provisão contínua do tratamento, ao mesmo tempo em que anunciou que levará o caso perante a opinião pública e organismos internacionais.

"A paciente precisa de seu tratamento agora. O Estado deve cumprir a sentença antes de que seja demasiado tarde", finaliza o comunicado.

Os pacientes concederam ao Governo até o passado 1º de julho o prazo para que cumpra com suas demandas, solicitando a designação de responsáveis pelas entregas, o estabelecimento de prazos e um plano de cumprimento. Naquele momento, já advertiram que, caso não obtivessem resposta, recorreriam a outras instâncias, apontando principalmente o Ministério da Economia e Finanças como o responsável.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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