Sindicato de caminhoneiros solicita reajuste de tarifas de frete
Reajuste de tarifas após aumento de combustível
A Associação de Transporte do Guairá (Asocag) apresentou uma solicitação de reajuste de ao menos 30% nas tarifas de frete, argumentando o impacto do novo aumento no preço do diesel aplicado recentemente. Segundo o sindicato, o combustível representa aproximadamente 60% dos custos operacionais do setor.
O presidente da Asocag explicou que: "É um golpe muito grande para o tema dos fretes porque o 60% do custo operativo está no combustível. Isso gera diretamente um aumento no custo operativo".
Antecedentes da solicitação
O sindicato indica que já havia apresentado uma solicitação de reajuste de tarifas no início do ano sem obter acordo. A organização aponta que naquela oportunidade o Governo indicou que os dados apresentados correspondiam a fevereiro ou março e que os números não eram suficientes para justificar o ajuste.
Ações previstas
A Asocag convocou uma reunião para este domingo com transportistas de San Pedro, Caaguazú e Guairá com o objetivo de avaliar as medidas a implementar. Previamente, o sindicato solicitará uma audiência com o diretor da Direção Nacional de Transporte (Dinatran) para esgotar as instâncias de diálogo antes de adotar outras ações.
Resolução de custo mínimo
O sindicato reclama o cumprimento da resolução de custo mínimo de frete estabelecida pela Dinatran.
"É o 30% como mínimo que precisamos para continuar trabalhando. Há uma tabela de referência que o próprio Governo elaborou e precisa ser cumprida", explicou a dirigência. O custo varia conforme a quilometragem e a distância a percorrer.
Considerações adicionais
O sindicato também levantou o tema perante a Direção Nacional de Ingressos Tributários (DNIT) para que verifique como operam empresas que trabalhariam "com prejuízo". Além disso, solicita às entidades correspondentes que controlem a rastreabilidade dos fretes para garantir que os benefícios se distribuam equitativamente entre todos os envolvidos na cadeia de transporte.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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