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Política

Sindicalistas da Prefeitura de Assunção dialogam sobre contrato coletivo com Camilo Pérez

25/09/2026 22:45 2 min lectura 22 visualizações

No vídeo é identificada Gladys Galeano, dirigente de Simuca, consultando com Camilo sobre o contrato coletivo de trabalho. Galeano refere que entre os três sindicatos mais importantes da Comuna, Sitrama, Sinoema e Simuca, foi solicitado ao intendente Luis Bello "renovar o contrato coletivo".

"Ele nos disse que não teria problemas", assegura Galeano, e acrescenta que houve um trabalho de 5 meses que estava se finalizando no momento da conversa.

A dirigente pergunta em seguida a Camilo se ele "não vai objetar isso em seu momento", ao que o candidato responde: "Não tenho ideia. (...) Não posso te dizer hoje sim ou não porque não conheço".

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Segundo fontes das quais reservamos a identidade, antes da controversa assinatura do contrato do passado 18 de setembro, os sindicatos que foram excluídos nas negociações insistiram em fazer parte.

"A administração manifestava que quem não queria que fizéssemos parte da mesa de trabalho eram os gremios e esta situação se repete há muito tempo já", indicaram desde os sindicatos que foram excluídos.

"Nós lhes dissemos, claro, mas é a administração a que tem que saber administrar esta situação, porque é a administração a que tem que entender que todos temos direito de participar, se eles não querem que nos sentemos em sua mesa, nos fazem outra mesa no quarto ao lado, no piso acima, um piso abaixo, o que não podem é nos excluir de um processo", contaram.

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Referiram que entre os membros dos sindicatos principais, começou-se a buscar o respaldo para continuar com a negociação. "A reunião com Camilo era para pedir-lhe mais ou menos permissão para continuar com as negociações e tentar garantir que ele não ia estar contra o que está estabelecido no contrato coletivo", indicaram.

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Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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