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Política

Senador liberal reclama que a Controladoria seja ocupada por candidato de seu partido

25/06/2026 23:45 2 min lectura 3 visualizações
Senador liberal reclama que la Contraloría sea ocupada por candidato de su partido

A designação de autoridades na Controladoria Geral da República (CGR) é matéria de debate atual no âmbito político. O Partido Liberal Republicano Actual (PLRA) resolveu institucionalmente gerir para que um candidato de suas fileiras seja designado neste cargo de fiscalização estatal.

O senador liberal Líder Amarilla expressou que a instituição contralora deve ser ocupada por um representante de sua nucleação política e incorporou a dissidência no cenário político para fortalecer os mecanismos de controle ante a administração atual.

Controle de gasto público desde a oposição

A posição defendida pelo legislador enfatiza a importância democrática de que a fiscalização do gasto público seja exercida por setores que não pertençam ao governo. Esta perspectiva transcende a disputa por um cargo administrativo e se apresenta como uma batalha estratégica pela influência política em uma das instituições mais relevantes do Estado.

"O controle deve ser exercido por quem não pertence ao poder de turno", expressou Amarilla, reafirmando a determinação do liberalismo de participar ativamente nos espaços de fiscalização institucional.

Proposta de diálogo com setores opositores

Para o senador liberal é necessário estabelecer conversações com a dissidência do Partido Colorado, setor que se encontra à margem da disputa pela CGR. Segundo Amarilla, os candidatos cartistas apresentados são o atual controlador Camilo Benítez e Gerardo González, irmão do procurador da ANR.

"Não pode ser que o Partido Colorado se autocontrole. Hoje esse partido se reduz ao cartismo, e estão em concurso um que é cartista e o outro irmão do procurador da ANR, que é mais cartista. E onde está a dissidência colorada? É com a que devemos construir uma maioria de oposição ao governo", assinalou Amarilla.

Independência institucional como objetivo

O propósito central desta posição é garantir que a CGR mantenha sua independência e não seja percebida como um instrumento da administração de turno, enfatizou o legislador liberal.

Conforme a análise política atual, a dissidência colorada contaria com 8 votos que, somados a uma oposição unificada, poderiam permitir a apresentação de candidatos alternativos na terna respectiva. Não obstante, a decisão final recairá nos deputados, que também deverão chegar a um consenso para definir a designação final.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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